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Como fazer para deletar pessoas indesejáveis

vassoura manual em escovas amarelas sobre um assoalho de madeira, ao lado um controle remoto .

Ora, nunca havia pensado em pessoas como deletáveis. Mas adorei a ideia. Até porque, deletar é bem mais definitivo do que esquecer, afastar, romper.

Esquecer, implica que um dia podemos lembrar delas. Afastar que talvez elas se reaproximem e romper que – Deus nos livre – eventualmente haja uma volta.

Já deletar – que delícia – implica em não poder restaurar nada. Mandar para além da nuvem – literal e virtualmente falando!

Mas, justamente para não cometer injustiças com as multidões de gente bacana, refleti que talvez fosse necessário um critério para saber quem merecia de fato que apertássemos essa tecla tão salutar.

seres estranhos, androgenos, com o homem aranha com sua máscara características. Todos mascarados.

E fiz uma lista para facilitar a vida de quem acaso tenha gostado e queira aderir a prática! Pense na pessoa em questão e tente responder as seguintes perguntas:

1 Ela dá notícias ? – se nunca não dá notícias e é sempre você quem procura saber como está – não merece fazer parte do seu círculo – pode deletar.

2 Você gosta quando ela dá notícias? – ou manda mensagens ou mesmo liga? – se sim, maravilha. Se parou pra pensar, sinal amarelo: talvez valha a pena deletar.

 3 Você gosta quando ela vem te visitar? – essa é fundamental. E fácil de responder.

4 Você gosta de ir a casa dela? – se ultimamente ela não te convidou para ir a casa dela, pense se vale a pena continuar cultivar essa amizade. Talvez não seja o caso de deletar, mas, puxe o freio…

5 Ela sabe ouvir ? – ou você nem lembra da última vez que conversou algo realmente importante com ela e pediu sua opinião?

6 Ela agrega diversão a sua vida? – pode parecer bobagem, mas precisamos de amigos que nos façam rir e ver o lado engraçado das pequenas contrariedades do cotidiano…

 7 Ela te ensina ou já te ensinou algo que valeu a pena? – aqui vale tudo: desde jogar baralho, jardinagem, mexer no computador, dançar, cozinhar, interpretar notícias…

8 Ela agrega algum conforto material? – sabe aquela pessoa que sempre te traz um mimo, te dá uma boa ideia, te presenteia com uma bobagem que você nunca havia pensado em comprar mas que fez diferença na sua vida? Elas existem e se tiver ao menos uma assim em sua vida, não delete…

9 Ela agrega qualquer tipo de sensação ou sentimento bom? se sim, tá valendo – ainda que você veja raramente…

A lista é grande, e você pode fazer a sua com qualidades que sejam importantes para você.

Mas, se você respondeu que não a todas essas perguntas, há uma enorme chance de que a pessoa em quem você está pensando seja perfeitamente deletável.

Já, se respondeu que sim a pelo menos duas, segure a onda: pois ninguém tem todas as qualidades juntas e bastam apenas duas ou três respostas afirmativas para fazer dessa pessoa alguém que valha a pena.

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8 alimentos que você deve evitar levar ao trabalho

Em empresas em que a cozinha (ou refeitório) é perto do ambiente de trabalho pode ser bem complicado, pois além dos cheiros há barulhos irritantes de louça sendo lavada ou talheres batendo que podem desviar o foco do trabalho dos colegas.

Em caso de dúvida sobre um alimento específico, deixe-o em casa e escolha algo que não incomode os outros com odores fortes ou muito característicos.

Cuidados redobrados – se você come em sua mesa de trabalho precisa estar ciente do que é ou não aceitável tá? Ok, isso limita você, mas é melhor do que criar um ambiente hostil.

Aqui estão alguns alimentos que você não deve (ou pelo menos evite ao máximo) comer no escritório:

Peixe – não importa o quão delicioso, o cheiro é suficiente para fazer desistir. Seja proveniente dos odores flutuantes do micro-ondas ou do peixe frito do jantar da noite passada, não espere que seus colegas de escritório tolerem os fortes cheiros de peixe. Além disso, o cheiro pode persistir nas roupas muito depois que você terminar de comer.

Brócolis cozido – deixa um odor que pode fazer com que os lábios de seus colegas se curvem com nojo.

Repolho – você já entrou em uma casa onde o repolho estava cozinhando? Então, não precisa explicar. Não leve ao escritório e ponto.

Alimentos fermentados – qualquer coisa fermentada envia um odor que fará com que as pessoas que estão próximas corram em busca de cobertura.

Ovos – o cheiro permanece por muito tempo depois que já comeu. Coma seus ovos no café da manhã e traga outra coisa para o trabalho que não deixe um odor.

Fast-food – seus hambúrgueres favoritos com certeza têm um sabor bom enquanto você os come, mas o cheiro que permanece… bem, é uma história totalmente diferente. Quer você jogue suas embalagens de hambúrguer na lixeira ao lado da sua mesa ou leve-as para a grande lixeira na cozinha do escritório, o Fast food empesteia o escritório por dias.

Cebola e alho – não importa como você gosta de seus pratos temperados, deixe cebolas e alho fora de qualquer coisa que você planeja comer no escritório.

Queijo fedido – quando você leva um sanduíche ou salada para o trabalho e deseja queijo, escolha queijo prato, branco, cheddar ou provolone e esqueça gorgonzola e similares.

Ok, você vai ter que usar mais a imaginação – caprichar em saladas mais crocantes, pimentas (que não cheiram) e de repente, nessa busca vai até se alimentar de forma mais saudável e até perder peso… Será que não?

Afinal tem tanta coisa gostosa para escolher sem criar atritos que vale a pena tentar, não acha?




Startups – entenda o presente e futuro

Atualmente são vários os tipos de startup no mercado. E para você ficar bem informado sobre cada modelo de negócio, é imprescindível conhecê-los a fundo.

Lifestyle – criadas por quem deseja trabalhar com o que ama de verdade. Reforça talentos e paixões e visa realizações. E todos na empresa são indispensáveis.  Mathew Jones, um ex-surfista australiano, que virou professor de surf em tempo integral pode ser um exemplo;

PME – possuem objetivos de pequenos negócios. Seu dono não deseja crescer, apenas quer uma vida confortável para sua família. A diferença é que seu capital vem de economias próprias. Pode ser uma loja virtual, um pequeno comércio, um agente de viagens ou um cabeleireiro;

Escaláveis – mal começam e já sabem que querem… crescer! Vivem de capital de risco e empresários que não querem só trabalhar para se sustentar, mas sim despertar o interesse de grandes investidores. Os funcionários são sempre os melhores, a qualidade é fundamental e a estratégia é gerar receita. Facebook, Skype, Uber e Airbnb são alguns exemplos;

 

À Venda – feitas para atrair compradores após atingir resultados. As aplicações desses investidores geralmente são de alto risco, mas são o que fazem a diferença para a execução do projeto. Google e Facebook são alguns exemplos de sucesso;

Sociais – são as que deveriam fazer a diferença na sociedade pois  querem construir um mundo melhor. O que importa é contribuir positivamente. Os exemplos incluem instituições beneficentes ou de caridade;

Corporativas – grandes empresas que estão no mercado há muito tempo e precisam inovar constantemente. Por mais que seja tradicional, é fácil que ela acabe caindo no esquecimento, por isso cuidado!

 

E ai, o que acharam? Comentem…




Novos espaços para trabalhar

O segmento corporativo vem mudando. As novas formas de trabalhar chegaram e hoje, a adaptação do ambiente a novos modelos que levem em consideração o bem-estar dos funcionários virou uma questão – real – de sobrevivência para as empresas.

As empresas agora procuram ter locais onde os funcionários se sintam em casa: com espaços de descompressão,  onde a pessoa realmente possa ter um momento para relaxar, para dar uma pausa no dia.

Outras coisas também mudaram, quer ver?

Iluminação natural – antigamente somente as salas dos diretores eram perto das janelas – hoje qualquer funcionário pode ser sua mesa nesse local. Deixar a iluminação natural entrar é muito importante para a produtividade das pessoas.

Espaços de socialização – o funcionário leva o seu laptop e pode trabalhar em uma poltrona, em uma sala para fazer uma ligação, em áreas informais – há muitas alternativas que não necessariamente incluam uma mesa. Outra coisa que mudou foi a recepção, trazendo novos usos para um ambiente que antes era apenas uma formalidade.

Biofilia – as plantas podem modificar o ambiente de trabalho e foi comprovado que muda o humor das pessoas, dos colaboradores e faz com que eles se sintam em casa – e inclusive durmam melhor.

Refeitório interno – um local agradável, bonito e com tudo que o funcionário precisa para relaxar enquanto almoça.

Adeus salas fechadas – “open space” traz muitos benefícios, desde você se policiar e ter disciplina até você respeitar o colega, falando baixo, tendo bons hábitos em organizar a sua mesa, interagir com diferentes áreas (acho que é o mais importante), saber o que o seu colega faz…

Adoro essa nova tendência. É uma mudança natural, os funcionários já não são mais os mesmos, então se a forma de trabalhar mudou, por que não a empresa mudar também e se adequar á ele? O que vocês acham?




Café chá ou os dois? Entenda melhor suas escolhas…

Segundo pesquisadores do estudo, publicado na revista  Scientific Reports, a escolha da bebida está ligada à forma como percebemos a amargura e a nossa predisposição genética para perceber a amargura de substâncias particulares nos empurram ou para o café ou para o chá.

Esse estudo usou dois conjunto de dados: O primeiro foi um grande estudo duplo que mostrou que, pelo menos nos ancestrais europeus, variantes genéticas particulares estão ligadas à força da percepção de diferentes sabores. Uma variante específica foi associada a avaliações um pouco mais altas de amargura por cafeína, outra maior por quinino e um terceiro maior amargura por uma droga conhecida como propiltiouracil (usada para tratar o hipertiroidismo).

O segundo dado usado foi a pesquisa da UK Biobank, onde milhares de participantes (entre 37 a 73 anos) foram entrevistados sobre quantas xícaras dessas duas bebidas consumiam por dia. Também foram coletados dados genéticos.

As pessoas no estudo que tinham uma maior predisposição genética para perceber a amargura da cafeína bebiam mais café.

Os padrões reversos foram vistos quando a equipe analisou as variantes genéticas e quanto os participantes do chá bebiam. Os pesquisadores disseram que as descobertas para o chá são mais difíceis de explicar, mas podem ser em parte pesadas para os bebedores de café que tendem a ser bebedores de chá muito leve.

Embora o estudo tenha limitações, incluindo o fato de depender do auto-relato do consumo de chá e café, a equipe diz que isso pode ajudar a esclarecer qual xícara preferimos. Particularmente acredito que é possível tomar e apreciar os dois, uma vez que cada um tem um ritual próprio e pode se adequar a momentos completamente diferentes mas, sempre associados a prazer: a pausa para o café da tarde o despertar para um novo dia com uma xícara de café, uma xícara de chá bem aromático para esquentar no inverno ou mesmo antes de dormir relaxando no sofá…

E você, qual dos dois prefere?