1

Chá Vermelho para ser feliz

Segundo alguns nutricionistas o chá Vermelho é um “Derretedor de Gorduras do Abdômen” o que, em si já o tornaria quase perfeito. Mas não é só isso: ele tem uma linda cor carmesim que enfeita qualquer bandeja e um sabor delicado e floral que abre o coração .

O chá vermelho é fermentado e prensado – vem portanto bem compactado na embalagem, o que faz com que seu sabor seja mais “intenso”, sendo necessário separar as folhas para fazer a infusão.

Fernanda Lopes, expert culinarista do Boa Mesa, dá algumas dicas preciosas para acertar no sabor e também desfrutar melhor todas as suas propriedades.

As folhas não podem ficar mais de 2 minutos em infusão. E sempre na água em ponto de fervura, mas nunca fervendo, já com o fogo desligado…

Na medida – segundo Fernanda, usamos 200ml ou um copo de água para cada colher de chá de erva. Ainda assim, ela aconselha que uma vez fervida a água, que se deixe as folhas em infusão por apenas 30 segundos, dispensando essa primeira água.

Feito isso, na segunda infusão, deixamos 2 minutos e não mais que isso. Uma vez coado, pode ser bebido quente ou frio – aliás uma grande pedida no verão… Mas atenção: a quantidade máxima aconselhável é de 2 a 3 xícaras por dia!

Contra indicações – muita gente acha que tudo que é natural  não pode fazer mal, mas é um engano. O Chá vermelho pode até fazer derreter a barriga, mas tem uma enorme quantidade de cafeína, sendo contra indicado para que é hiper-tenso, muito ansioso ou cardíaco.

Outras Qualidades do Chá Vermelho – além de ser um potencial emagrecedor, esse é um chá saboroso que também regula os níveis de colesterol, mas antes de aderir loucamente, confira se sua pressão permite. Os especialistas alertam para o excesso de cafeína e também para o excesso da dosagem (não mais que 3 xicaras por dia).

Há chás muito mais raros e caros, que chegam a ser maturados e curados durante 10 anos. Esses são para ser tomados em ocasiões super especiais – e não diariamente como parte de um tratamento.

Fonte: Fernanda Lopes

blogsatribuna.com.br/boamesa




Como dar os pêsames pelo pet que se foi

Funeral PET

Quando minha filha insistiu em trazer Isabel (uma salsicha danada e gorda) para casa, sobrou para eu cuidar. E o fiz com má vontade, pois trabalhava em casa e todas as tarefas sobravam para mim.

Isabel morreu atropelada aos 4 anos e jurei que jamais teria outro pet. Mas, 2 meses antes da pandemia, Valentina, então com 22 anos, comprou um mini maltês branco e trouxe com apenas 2 meses para casa.

Foi amor a segunda vista. Sim, pois precisava fazer meu escândalo/sermão materno – ditando as regras e deveres de todos – antes de pegar no colo aquela fofura e me perder de amores…

Hoje, estou quase como outra grande amiga, Ruth, que faz bolo e festas de aniversário para a sua Lady com mais de 10 anos… De modo que entendo, pelo menos em parte, a dor da perda de um pet que, para muita gente é mais que gente e, claro, mais amado do que muitos malas da família.

Sei que nem todos entendem essa dor – e ficam aflitíssimos quando amigos com pets, começam a contar sobre seus pets doentes ou (muito pior) os que se foram…

Entenda o vínculo – um pet não é apenas uma fofura. É alguém que te faz companhia – até aí, ok. Mas é aquele que nunca falha em te confortar, na doença e na solidão. É amor incondicional. E faz parte de uma série de pequenas rotinas felizes da vida de seus donos.

PET funeral

Quando se vai, leva tudo isso com ele: não mais receber a porta, não mais companhia para dormir, trabalhar, passear, assistir TV, brincar… Um vazio enorme e uma vida desestruturada…

Mostre que entende – mesmo que não entenda. E você pode parecer realmente empático ao se referir sempre pelo nome do pet e não apenas “o seu cachorro.” Manifeste- se pra valer: pergunte se precisa de alguma coisa, se quer companhia para os preparativos e, principalmente, valorize a vida do pet que se foi através de algumas frases que, podem parecer manjadas, mas que ajudam de verdade em uma hora dessas:

  • “O (Pet pelo nome), vai deixar saudades, pois todos amavam ele…”;
  • “Você deu uma vida tão boa para o (Pet pelo nome) …;
  • “Sei que o (Pet pelo nome) era um grande companheiro, e que você vai sentir muita falta, mas por favor, conte comigo para o que precisar”;
  • “É uma perda muito difícil como qualquer perda em família, mas você tem que lembrar das coisas boas que viveram juntos”.

O que não dizer – jamais:

  • “Era apenas um cachorro, (ou gato, o que for) logo você compra outro…”;
  • “Não chore” – chorar faz parte de todo o processo e alivia, portanto encoraje que vivam esse luto;
  • “Ele está melhor assim”  – por mais que seja verdade quem ficou não está, portanto, tenha empatia e invista em frases positivas.

Espero ter ajudado aos que não tem pets, e que se afligem com o luto dos amigos que tem. Pois luto é, e como luto deve ser tratado: sem mudar de assunto, oferecendo apoio, e muita, muita solidariedade…




Livros que li – e lições que ficam para a vida

Cada livro que leio, aprendo algo. Isso é fato! Seja por uma maneira lúdica (palavra da moda hoje) ou nas entrelinhas. Mas ao final de cada leitura sinto que, em algum momento da vida poderei colocar em prática pequenas lições e conceitos encontrados ali. E todo livro nos traz alguma coisa – apenas cabe a nós aprender a procurar.

Vou mostrar para vocês algumas lições que aprendi e onde…

Experimentar o autodescobrimento (Comer, Rezar e Amar, Elizabeth Gilbert) – amar e buscar a felicidade dentro de nós. E ver o mundo de uma forma diferente do habitual, buscando assim o equilíbrio, a paz interior e o prazer.

O poder das palavras (A Menina que Roubava Livros, Markus Zusak) – fazer aquilo que acreditamos ser o certo, o efeito dominó, aproveitar as oportunidades antes que seja tarde demais e o poder que as palavras têm.

Estar à frente do tempo (O Diário de Anne Frank, Otto H Frank e Mirjam Pressler) – apesar de tudo que Anne Frank passou, ela transmite esperança, fé e coragem.

Confiança, lealdade e coragem (Harry Potter, J.K. Rowling) – encontrar amigos leais; aprender que as escolhas são mais importantes que as habilidades; todos os medos podem ser superados; valorizar nossos pontos fortes; ser nosso próprio mentor; manter um bom network. Mas a grande lição é não desistir. Esses livros não podiam faltar, né?

Apreciar as pequenas coisas (Senhor dos Anéis, J.R.R. Tolkien) – amigos são muito importantes; que dinheiro não é o mais importante na vida; que não devemos julgar o livro pela capa; que as pequenas coisas podem ser apreciadas e que podemos dizer sim para as aventuras.

Ser e/ou  ter (O Pequeno Príncipe, Antoine de Saint-Exupéry) – nos faz refletir sobre ser ou ter. Sobre as relações baseadas no carinho e a importância da amizade. E que vale mais o autoconhecimento do que a vida alheia.

E aí gostaram? Esses são apenas alguns e bem clássicos… E vocês, quais livros te marcaram?




Parar o tempo não: acompanhá-lo atentos

Aos 64 anos, minha convicção, aliada a uma boa disciplina rendeu frutos e é  disso que vamos falar: de como a sua rotina diária, devidamente ajustada, sem grandes gastos ou acrobacias, pode sim, transformar seu visual – e, mais que isso, o seu estado de espírito!

Acredite na ciência – e em toda a pesquisa envolvida em qualquer produto. Entenda que, por trás da embalagem em publicidade existe um propósito – que deveria funcionar. Mas cabe ao consumidor, e apenas a ele, pesquisar, experimentar e aprovar. Se você não fizer isso direito, com método, não adianta. De modo que, o primeiro passo para o sucesso de qualquer tratamento/rotina é esquecer a frase-muleta “Não tenho tempo”. Arrume.

Ok, vamos a dicas práticas – e verdadeiras, testadas com sucesso: há uma grande variedade de produtos, alguns específicos para peles masculinas e outros para as femininas. Há uma diferença entre elas e é preciso respeitar.

Novos produtos – pesquise e ajuste. Nossa pele muda com o tempo. Não adianta “usar há 30 anos”. Pesquise, peça amostras, experimente (por pelo menos 1 semana), crie o hábito de prestar atenção as mudanças e acolhê-las em vez de entrar em negação ou agredi-las com cirurgias invasivas. Ainda, o fato de tratar, passar o creme ou óleo, massagear etc, em si, já é benéfico de fato e terapêutico espiritualmente.

Entenda as funções – antigamente havia um creme da noite outro para o dia. Hoje temos, cremes, séruns (potencializadores dos cremes), limpadores bifásicos, loções, protetores. E cada um colabora e muito para a saúde da sua pele. Não adianta usar um e não o outro: eles se complementam, portanto, use e invista: custam o equivalente a uma refeição em restaurante, mas duram em média 2 meses.

Lábios – assim como a pele do corpo, também mudam e ressecam. Aprenda usar o hidratante certo e andar com ele nos bolsos, pois, com o tempo o volume da boca tende a diminui e endurece a expressão. Mulheres: esqueçam batons “matte”  que pioram e os gloss que “escorrem”, procurem o que hidrata e pronto. E, rapazes, para vocês, vale o hidratante incolor, tá?

Close-up portrait of beautiful woman with bright make-up and hairstyle.

Maquiagem – não precisa sair montada, mas alie-se a corretivos e iluminadores líquidos e lembre que eles tratam, além de atenuar manchas e iluminar. Homens podem usar com muita moderação, claro.

Espaço, tempo e equipamento – você vai passar pelo menos meia hora por dia com autocuidados (dividindo entre manhã e noite). Otimize esse momento: eleja um canto com tudo a mão, luz, espelho de aumento – e até mesmo óculos de lentes que abaixam, no caso de mulheres que queiram se maquiar etc.

Seja para pesquisar, ou apenas a rotina diária, procure fazer sempre sozinho/a. É o seu momento de atenção para com você mesmo/a. Um encontro diário com a sua pessoa preferida. Não a deixe esperando e nem trate mal. Cuide, como gostaria que cuidassem de você!




A quem agradeço

Mas o balanço é essencial: como uma limpeza do ano velho para dar espaço ao novo ano para que seja novo de fato. Pedidos extrapolam e, na última hora engarrafam os caminhos do paraíso.

Ok, sei que você já agradeceu as bençãos alcançadas – até mesmo as que não pedimos, mas que a vida nos presenteou como saúde, amigos, um teto, etc. Por essa razão, esse ano, fiz antecipadamente um exercício diferente, que compartilho:

Relembre quem te inspirou – aqueles que marcaram sua vida, de quem você lembra com saudades. De cuja presença, mesmo dos que ainda são vivos, você jamais se cansa e sempre acha que poderia se encontrar mais vezes.

Faça uma lista por ordem cronológica e coloque os motivos pelos quais essa pessoa é /foi tão importante.

Vovó Wahibe – pense em uma mulher formidável e feminista sem nem mesmo saber que era. Intrépida, ficava meses com os 4 netos na fazenda no interior de São Paulo onde arrebanhava os filhos dos colonos, nossos amigos, e partia dirigindo uma charrete onde cabiam tecnicamente 4 pessoas com pelo menos 9 – empoleirados sobre as rodas, na traseira e onde coubesse.

Esses passeios duravam horas, e ela pilhava os cavalos a toda velocidade fazendo curvas em duas rodas. Ensinou-me (desde antes de entrar na escola) o senso de aventura e a interação com as pessoas.

Dona Latife – professora do primário, que, em plena ditadora militar, dava aulas de “Moral e Cívica” desafiando os padrões/chavões da época. Cada aula era um flash com frases que nos faziam pensar e com ela aprendi a questionar o que parecia certo.

Barbara Gancia – amiga de toda vida, hoje jornalista polêmica, sempre foi genial e muito, sincera. Juntas, gargalhávamos mergulhadas nas delícias das descobertas e absurdos do aprendizado da infância. Se tivesse que escolher alguém para levar para a famosa ilha deserta, iria com Barbara – sem piscar.

Mr. Mitchell – professor de literatura escocês e gay em uma época em que ninguém saia do armário e que homossexualismo ainda era crime no Reino Unido: mix de delicadeza ao me ensinar tudo sobre as Divas do Cinema – mas era brutal ao me mandar a real quando achava que eu me excedia em meu próprio “Divismo.”

Susie e Maura – juntas desde o segundo grau, permanecemos unidas em nossos laços de sonhos, casamentos, filhos, netos, dores e reclamações em meio a muito riso e crescimento. Nossos encontros são frequentes – mas nunca suficientes. Minha infalível rede de apoio vida fora.

Dorli – amiga da maturidade – essa foi presente do destino. Sabe aquela irmã mais irmã que as outras duas de sangue? (que jamais lerão isso) … É ela. Iluminada, propositiva, com um senso de humor super alinhado para cada momento precioso que compartilhamos.

Recomendo a vocês fazerem uma lista similar – além da oportunidade de agradecer aos que ainda estão conosco, percebemos a beleza dos vínculos que constroem nossa vida – dia após dia, ano após ano. Que venha 2023!!