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Você  sabe agradecer a altura do que recebe?

Agradecer é mais do que boas maneiras, é um ato que fortalece vínculos, valoriza o outro e traz bem-estar a quem dá e a quem recebe. Saber quando e como expressar gratidão no dia a dia, seja no ambiente pessoal ou profissional, é uma habilidade essencial que pode melhorar relações e criar um ambiente mais positivo.

Gratidão no ambiente profissional – reconhecer a ajuda ou o esforço de um colega pode ter um grande impacto. Agradecer alguém por um favor, pela colaboração em um projeto ou por um conselho mostra que você valoriza o que o outro faz. Um simples “obrigado” em reuniões, e-mails ou até mesmo em uma conversa rápida demonstra profissionalismo e fortalece a cooperação. E não apenas isso: é importante ser específico ao agradecer. Em vez de dizer apenas “obrigado”, complemente com “agradeço por seu apoio na apresentação, sua ajuda foi essencial”.

O poder do agradecimento pessoal – o ato de agradecer pode se perder na rotina. No entanto, é nesses pequenos gestos que podemos reforçar a conexão com as pessoas à nossa volta. Agradecer pela companhia de alguém, pelo tempo dedicado ou por um pequeno gesto de gentileza pode transformar a dinâmica da relação. Um bilhete de agradecimento ou uma mensagem sincera pode alegrar o dia de alguém e reforçar os laços de carinho.

Gratidão em situações cotidianas – às vezes, são os momentos mais simples que merecem um gesto de gratidão. Agradecer um garçom pelo serviço, um motorista por uma carona ou até um estranho por segurar a porta pode parecer um detalhe insignificante, mas esses gestos demonstram educação e gentileza. Pequenos atos de gratidão têm o poder de espalhar positividade e criar um ambiente mais acolhedor, mesmo entre pessoas que não se conhecem.

A gratidão escrita – escrever uma carta ou uma mensagem de agradecimento é uma maneira especial e concreta de mostrar gratidão. Em vez de um simples agradecimento verbal, uma mensagem escrita tem um toque pessoal e duradouro. Pode ser usada tanto no ambiente profissional, após uma reunião importante ou um favor recebido, quanto em situações pessoais, como um agradecimento por uma hospitalidade ou um presente.

Mas quando expressar gratidão? Podemos expressar agradecimento em qualquer momento em que perceber o valor de algo que nos foi oferecido, seja uma ajuda, um conselho ou um gesto de generosidade. Não é preciso esperar uma ocasião especial; na verdade, o impacto maior está nos agradecimentos cotidianos. Expressar gratidão no momento certo, de forma sincera e espontânea, faz com que as pessoas se sintam valorizadas. Finalmente, nunca é tarde para agradecer. Se você percebeu que esqueceu de expressar sua gratidão, faça-o assim que possível,  não precisa se explicar demais ou se desculpar – apenas reforçar que é um reconhecimento tardio, porém sincero.




Como se comportar em eventos multiculturais

Participar de um evento com pessoas de diferentes culturas é uma excelente oportunidade de aprendizado e troca, mas também exige sensibilidade e respeito para lidar com as diferenças de hábitos e língua. A etiqueta em eventos multiculturais vai além de boas maneiras: é mais sobre compreender, respeitar e se adaptar às diversas formas de se comportar no mundo.

Pesquise sobre as culturas presentes – uma das melhores formas de se preparar para um evento desses é fazer uma breve pesquisa sobre as culturas dos participantes. Conhecer costumes, tradições, formas de saudação e até a culinária local pode evitar situações constrangedoras e demonstrar que você valoriza o background cultural dos outros. Pequenos gestos, como aprender a dizer “obrigado” no idioma de um colega estrangeiro, podem ser vistos como uma atitude de respeito.

Cuidado com as generalizações – é importante não presumir que todos os membros de uma mesma cultura compartilham as mesmas visões ou comportamentos. Evite estereótipos, que podem ofender ou causar desconforto. Em vez disso, esteja aberto a aprender com as experiências individuais de cada pessoa.

Adapte sua comunicação – a comunicação em eventos multiculturais requer atenção a nuances linguísticas. Se o evento for em um idioma que não é o nativo de todos, fale de forma clara e evite expressões idiomáticas ou gírias que possam não ser compreendidas por todos. Se necessário, use gestos e linguagem corporal de forma moderada, lembrando que algumas culturas podem interpretá-los de maneiras diferentes.

Respeito às diferenças alimentares e religiosas – questões religiosas e dietéticas costumam ser aspectos sensíveis em eventos multiculturais. Seja cuidadoso com piadas ou comentários sobre as escolhas alimentares dos outros, e esteja preparado para ver uma variedade de opções que podem fugir do seu padrão. Demonstrar interesse em experimentar novos sabores ou respeitar restrições alimentares é uma forma de incluir e valorizar todos os participantes.

Pontualidade e tempo – a percepção de tempo pode variar muito entre culturas. Em alguns lugares, a pontualidade é vista como essencial, enquanto em outros, um pequeno atraso pode ser aceitável. Se você não tiver certeza sobre o costume local, tente seguir o horário estabelecido e evite se atrasar. Em eventos formais, é sempre mais seguro chegar no horário previsto. Aliás a pontualidade nunca prejudica – ao contrário dos atrasos que podem ser desastrosos…

Aprecie as diferenças – em vez de apenas tolerar as diferenças, procure apreciá-las. A riqueza de um evento multicultural está exatamente nas diversas perspectivas que ele traz. Mostre curiosidade e faça perguntas respeitosas sobre as tradições e práticas de outras culturas. Isso não só fortalece as conexões, como demonstra interesse genuíno pelo outro.

Participar de eventos multiculturais é uma oportunidade de desenvolver empatia e expandir os  horizontes. Comportar-se de maneira respeitosa, evitando generalizações e mostrando estar aberto/a ao aprendizado, garantirá uma experiência muito  mais enriquecedora para você e para os outros participantes. A chave para o sucesso em ambientes multiculturais é o respeito às diferenças e a busca por um entendimento que valorize todas as culturas presentes.




Primeira impressão: o santo tem que bater!

É assustador pensar que as pessoas fazem julgamentos instantâneos sobre a sua confiabilidade, competência e simpatia com base apenas em poucos sinais visuais e auditivos. Mas é exatamente o que acontece.

Não sou eu quem diz mas várias pesquisas que, até alguns anos atrás revelavam que essa decodificação acontecia em 20 segundos. Com a pressa perene da humanidade, que adotou um ritmo frenético para tudo, esse tempo caiu para… 8 segundos. Cruel e injusto, concordo!

Mas o jeito é entender como isso acontece e as maneiras que existem para administrar esse juízo precipitado.

Entenda os 3 fatores que mais pesam nesse impacto da primeira impressão:

1. Aparência (não apenas a física, mas a roupa usada e a escolha de acessórios, corte de cabelos etc.) Antes de descartar como futilidade, saiba que a aparência é responsável por 60% do impacto no primeiro encontro…

As roupas transmitem status, estilo e profissionalismo. Não precisa ser de marca e nem caras – mas devem estar de acordo com o contexto ou ambiente e com o que seu interlocutor espera de você.

Cores e combinações influenciam percepções inconscientes (ex.: azul transmite confiança, preto sugere autoridade, branco pureza, limpeza e leveza – e por aí vai. Use-as a seu favor e sempre em harmonia com sua paleta – que muda e é determinada basicamente pela cor da pele, cabelos e olhos.

A limpeza e o caimento das peças importam muito mais do que a marca. Invista tempo nesse tipo de cuidado e atenção – assim como um breve estudo de colorismo para não errar nas cores.

A linguagem corporal está incluída no quesito “aparência”. Postura ereta e gestos abertos transmitem segurança. Contato visual adequado, sem medo de olhar nos olhos indica interesse e confiança e prende a atenção do outro

2 Tom de vozresponsável por 30% da primeira impressão. Mais do que o que  se fala, o tom de voz é imediatamente percebido e acolhido ou não.

Tons mais graves e firmes passam credibilidade. Voz aguda e alta demais repele e irrita. Um ritmo de fala moderado transmite segurança e clareza: mesmo em situações de mais tensão, respire e procure falar de forma calma sem se atropelar e comprometer o raciocínio

 O conteúdo da fala é importante, massss acredite: tem 10% de peso no primeiro encontro… Como você  terá outros que encontros e oportunidades, já bom saber ficar atento para o fato de que frases curtas e objetivas são melhor compreendidas. Evite raciocínios complicados ou longos.

 Palavras positivas geram conexão e empatia – isso é fato. Assim como palavrões e gírias vulgares causam repulsa imediata. Simples assim.

Em resumo, vestir-se bem, ter uma postura confiante e falar com clareza são essenciais para causar um impacto positivo. e, a partir dele, aí sim é possível desenvolver um vínculo mais forte e duradouro.




A Epidemia da Solidão: Um Desafio Global

A solidão tornou-se um problema de saúde pública de proporções alarmantes.

Em diversas partes do mundo, governos estão tomando medidas para enfrentar essa crise silenciosa. A cidade de Seoul, na Coreia do Sul, anunciou recentemente um investimento de 327 milhões de dólares para combater o isolamento social. A iniciativa inclui apoio psicológico gratuito, um serviço emergencial chamado “Adeus Solidão” e parcerias com aplicativos de delivery para identificar pessoas que vivem sozinhas. Além disso, a cidade oferecerá incentivos para a participação em atividades sociais, como visitas a bibliotecas, festivais e parques.

O fenômeno das chamadas “mortes por solidão” tem crescido em Seoul, afetando majoritariamente homens na faixa dos 50 e 60 anos. Mas a capital sul-coreana não é a única a lidar com esse problema.

Japão – enfrenta há anos a crise dos “hikikomori”, jovens que vivem isolados e sem contato social. Esse isolamento também atinge uma nova geração de adultos, os chamados “8050”, pessoas de 50 anos que dependem financeiramente de pais idosos.

Inglaterra – foi criado um Ministério da Solidão para tratar do aumento do isolamento social, especialmente entre jovens de 16 a 29 anos.

Estados Unidos – país enfrenta uma verdadeira epidemia de solidão e lançou um plano nacional para restaurar o tecido social. A Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu a solidão como uma prioridade global de saúde e destacou que 1 a cada 4 pessoas no mundo sofre de solidão severa, com os jovens entre 19 e 29 anos sendo os mais afetados.

Brasil – a situação não é diferente. Segundo uma pesquisa da IPSOS, o país ocupa o primeiro lugar no ranking mundial da solidão. Essa realidade exige medidas urgentes para reparar as conexões sociais e promover iniciativas que incentivem a interação entre as pessoas.

A “epidemia da solidão” não pode mais ser ignorada. Os impactos do isolamento vão além da saúde mental, afetando a qualidade de vida e o bem-estar geral da sociedade. Ações governamentais são essenciais, mas cada indivíduo também pode contribuir buscando conexões genuínas e fortalecendo laços comunitários. Está na hora de repensar as relações humanas e construir uma sociedade mais conectada e acolhedora.




Mesa não é bolsa de mulher

Que o digam, as meseiras do Brasil, que tanto capricham no visual de suas mesas para depois vê-las poluídas com todo tipo de apetrechos que não deveriam estar lá…

Não é chatice, não! O critério são todos os itens que não têm a ver com comida e/ou decoração.  E veja só quanta coisa acaba sobre o tampo e que não deveria ir  a mesa:

Chaves – as de casa ou do carro. Guarde ou tire da vista.

Óculos de sol  – até mesmo os de leitura devem ficar próximos ao corpo ou no rosto, mas não sobre a mesa.

Carteiras e/ou pequenas necessaires – você não vai precisar tão cedo – deixe na bolsa.

Livros e revistas – a não ser que esteja sozinho/a e vá ler…

Telefones e tablets – salvo uma mesa de refeição de negócios, os smartphones devem ficar rigorosamente fora da vista. Acredite: depois de um tempo isso ajuda a fazer a conversa fluir e baixa o nível de ansiedade geral da galera.

E se na sua casa alguém deixar esses elementos sobre a mesa, pergunte delicadamente se não gostaria de apoia-los em outro lugar – e ofereça um aparador ou mesinha de apoio para ver se seu convidado se toca.

E me diga qual mesa abre mais o apetite – a de cima em tons suaves ou a do casal abaixo…