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7 top dicas para viver melhor sem aperto.

 

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Prazo apertado – muitas vezes aceitamos fazer determinados trabalhos sabendo que não vai ser possível e o estresse é inevitável. A solução? Parar de bancar o/a super .

Aprendi, ainda no momento da encomenda, a dizer que não vai dar e em seguida emendo com uma sugestão de prazo viável. Firme e olhando nos olhos. Em geral funciona – porque a outra parte quer apenas se garantir e ter espaço de manobra a custa do nosso esforço!.

Escultura de um Relógio, em bronze, fundo azul escuro e borda e ponteiros na cor de bronze claro, a peça está sobre um tronco em bronze, simbolizando um galho de árvore, e o relógio está maleável sobre o tronco, marca seis horas.

Horário apertado – fujam! Cria ansiedade e a impressão de que não somos capazes… É o contrário gente: entendam que não temos – e jamais teremos – a velocidade das máquinas, tá?

Tente não marcar 5 compromissos por dia se sabe que vai se apertar. Comece a diminuir sua média (tente, tente!). E veja como tudo rende mais.

 Roupa apertada – alguém merece? Calcinhas (ou cuecas) calças e cintos… Desapegue. Espante a preguiça e troque antes de sair de casa. E doe as peças – pois além de incomodar atrapalha o visual ressaltando defeitos e gordurinhas.

Grampo apertado – coisa de mulher: quem já não passou a festa inteira com um grampo pinicando a cabeça por medo de mexer e desmanchar o cabelo?

Sem medo! Lembre que, em um penteado com tantos grampos, mexer em um não altera nada viu? O alívio é imediato, e você vai aproveitar a ocasião sem pensar na cabeça latejando…

A atriz Jennifer Lawrence esta com um vestido preto e cabelos loiros e curtos penteados para tras. O destaque da foto é o brinco, em apenas uma orelha, com duas bolas douradas

 Sapatos e brincos apertados – coloquei juntos porque a solução é prevenir. Homens e mulheres ao se encantar com sapatos podem comprar com pressa.

Muita calma nessa hora: confira a numeração, sinta no pé, caminhe na loja e tente ficar pelo menos 10 minutos com ambos os pés calçados para ter certeza. Perca uns minutos pois compensa.

Com os brincos ( de pressão) acontece o mesmo: sinta bem pois eles começam a doer depois de alguns minutos. Mas, se doer em casa tem jeito: peça na loja para que regulem pois é super simples.

Roteiros apertados – de viagens e de eventos: é a receita certa para contratempos, mal entendidos e tensão. Procure ajustar. Em geral dá. O que está no papel é uma coisa mas, na prática, pense se você quer mesmo acordar as 5 da manhã para visitar 8 cidades em 15 dias. Melhor apenas 3 – acredite. Não é uma competição e sim lazer.

O mesmo se aplica para qualquer tipo de evento que estiver organizando. Seus convidados merecem atenção e capricho e não o estresse de mil e uma atividades…

imagem mostra notas de 50 reais e moedas de 1 real e 50 centavos.

 Dinheiro apertado –esse é difícil de driblar! Nesse ano pra lá de difícil aprendi que há certos hábitos dos quais podemos abrir mão. E pesquisar preços sem se deprimir pode ser um exercício gratificante.

Já em casa, prestar atenção de verdade para reciclagem, desperdício e reaproveitamento compensa. Não é fácil, mas acaba ocupando melhor nosso tempo e quando chega o fim do mês a gente percebe que, até que deu pra economizar algum.

Não estou fazendo o jogo do contente: apenas tento praticar os ajustes necessários para passar menos aperto ( e aflição) e viver literalmente com um pouco mais de folga – que é bem vinda em qualquer quesito!




O renovado e cruel dicionário do amor 2.0 (parte I)

Estas são as novas palavras reflexos de atitudes que podemos encontrar nos aplicativos de paquera e é bom conhecer para se prevenir e saber o que são e como agir/reagir:

Zumping – criada pela jornalista Julia Moser, esta nova técnica junta as palavras Zoom (quem não conhece??? e dumping (que significa jogar algo ou alguém no lixo). Significa romper o namoro por videochamada.

Whelming – basicamente é contar ao seu match como a sua vida amorosa anda agitada, fingindo saturação e irritação com a insistência dos outros pretendentes, quando o que se pretende é ganhar o interesse do outro.

Fleabagging. sair com pessoas que não nos interessam e não são boas para nós.

Glamboozling: Quando marcamos com o crush virtual, mas este cancela o programa na última hora ou simplesmente não aparece.

Benching – deixar a outra pessoa em banho-maria, como um plano B, e simplesmente escreve de vez em quando se não tem nada melhor para fazer. Pra mim isso é crueldade

Snooping.  É o que eu chamo de dar uma de “bandidinho”. Consiste em bisbilhotar tudo o que puder de uma pessoa – da inocente busca no Google sobre detalhes da vida do match até as doentias inspeções do celular da outra pessoa, que beiram a ilegalidade.

Negging. Consiste em fingir um elogio para insultar

Obligaswiping – pessoas que criam perfis em aplicativos de paquera mas que, na verdade não pretendem se encontrar pessoalmente com ninguém.

São tantas novas palavras que em breve faremos outro post com mais. Ok, ninguem está julgando quem usa esses aplicativos, mas reforço que é preciso sempre muito cuidado, pois conversar com quem não conhecemos é sim,  muito perigoso. Pense nisso!




Rainha/Ayaba Abibat Adeyemi de Oyo

Sua Majestade Rainha/Ayaba Abibat Adeyemi de Oyo, primeira esposa de Sua Majestade o Alaafin (Rei) Lamidi iii Adeyemi de Oyo, Nigéria.

Nascida em 23 de dezembro de 1938, ela conheceu o, então, príncipe nos anos 1950, durante os primeiros anos do ensino médio. Eles se casaram em 1956 antes de ele se tornar monarca em 1970.

Ela é mãe de cinco filhos, dois príncipes e três princesas. Estes incluem a primeira filha e o primeiro filho do Rei (Alaafin)

O casal está casado há 64 anos e tem a mesma idade. Como primeira esposa, ela ocupa a posição mais elevada e desempenha muitos papéis tradicionais no palácio.

Esse conteúdo é uma gentileza da professora Astrid Bodstein dona do perfil @royaltyandprotocol em parceria com o @the_african_royal_families




Daqui pra frente

Se as pessoas não estivessem divididas com querelas ideológicas inúteis, como duas torcidas fanáticas e as autoridades tivessem dado a toda Nação o devido respeito, orientando a todos com união, firmeza e sobriedade, certamente muitas vidas teriam sido poupadas. Isso é fato.

Mas o mal está feito – agora temos que lidar com as perdas, com a economia de joelhos e uma depressão perene: por parte de pessoas mais velhas, fragilizadas e com medo, de jovens que não veem futuro e de adultos desempregados e endividados.

Nunca o comportamento foi tão importante. E temos duas direções claras no tange a postura: manter o negacionismo, a truculência e o embate ou tomar as rédeas de nossas vidas aplicando com rigor as medidas de isolamento e distanciamento – além claro, da Etiqueta Preventiva sobre a qual já falamos aqui.

Tenho ouvido muita reclamação de gente que não vai poder se acabar de dançar no Reveillon – como se fosse o último da vida, ou a coisa mais importante no momento. Não é. Assim como um Natal em família reservado, com pouca gente e menos presentes só pode fazer bem.

O maior exemplo de bom senso nos foi dado pela postura da Liesa – a liga das escolas de Samba do Rio – e os maiores Festeiros do Mundo! Há meses, sem questionar vacina ou não vacina adiaram o Carnaval para julho.  Mas, com vocação nata para festas, os brasileiros parecem ter enlouquecido com a privação das festas de final de ano. Será para tanto mesmo?

Ora, é possível ser festeiro sem ser estúpido: é inconcebível que, há 1 mês do início da vacinação da população ainda há gente que ache que vale a pena literalmente “morrer na praia.” E outra turma que diz que não vai tomar vacina porque … por que mesmo?

Ok, não foi um ano bom para ninguém, e muito do que aconteceu não estava no nosso controle. Mas cabe a nós, controlar sim esse final de ano e o que os reflexos do nosso comportamento agora possam causar no início de 2021.

Tá difícil de aguentar?  Para mim também! Mas imagine para os médicos e todos os profissionais da saude – que trabalham há 10 meses sem parar assumindo todos os riscos, que conseguiram debelar uma parte da pandemia, venceram o vírus salvando milhões de vidas, perdendo milhares de outras – e são brindados com o que? Mais pandemia causada por quem não se conforma em não poder “comemorar” e “confraternizar”.

Quem está ótimo para organizar festas e confraternizar, com disposição para beber, comer e se acabar até o sol raiar no novo ano, deveria se prostrar de joelhos para agradecer. E, para variar, pensar em quem está enlutado, cansado ou fragilizado e em risco. Quem sabe ajude a segurar toda essa vontade de comemorar -espalhando perigo.

É triste terminar o ano com esse tipo de mensagem – e tomara possa mudar o discurso em poucas semanas, mas meus leitores esperam de mim algo mais do que regras de Etiqueta a Mesa. Assim, para 2021, mais do que Etiqueta, recomendo apenas um comportamento rigorosamente ético. Boas festas!




Mensagem de Natal – 2020