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O básico da etiqueta à mesa

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  1. Guardanapo no colo – o de pano, porque o de papel fica sobre a mesa.
  2.  Ordem dos talheres – não se desespere! Se tiver mais do que um, comece de fora para dentro.
  3. Mastigar de boca fechada – nem é tão difícil: mastigue de boca aberta em frente ao espelho e perceba o mico.
  4. Não comece a comer antes da dona da casa – a não ser que ela peça.
  5. Não encher muito o prato – e nem misturar a comida fazendo aquela gororoba.
  6. Saiba dizer não – não fale que não gosta, que está de dieta ou faça cara de nojo. Apenas sirva-se de pouco e dê uma disfarçada.
  7. Evite frases como – “estou cheio”, “estufado”, “comi feito um boi”. Não dá, né?
  8. Cotovelos à mesa – não pode e pronto.
  9. Talheres em paralelo – com os cabos virados para você.
  10. Palito – comida ficou presa no dente? Nao dá para tirar com mão, língua ou palito. Ainda que que palito esteja te tentando, pegue discretamente e leve ao banheiro.

 

 




Pão Lowcarb

Ingredientes:

4 ovos

1 colher de sopa de azeite

1⁄4 de xícara de água

1 xícara de farinha de amêndoas

1⁄2 xícara de farinha de linhaça

1⁄4 de xícara de farinha de coco

1 colher de sopa de fermento

1 colher de sopa de gergelim

Sal a gosto

 

Modo de preparo:

Bata um liquidificador os ovos, o azeite, a água e o sal. Coloque a mistura em uma tigela, adicione as farinhas e o fermento. Colocar a massa em uma assadeira untada, polvilhe por cima o gergelim e leve ao forno pré aquecido a 200°C por aproximadamente 30 minutos.

E está pronto…

Recomendo e se fizerem, conte aqui o que acharam!!!

Fonte: Paula Hertel Nutricionista




Antigas contribuições alimentares

A mesa contava agora, além dos quiabos, jilós, maxixes, taioba e a maniçoba com as couves, alfaces de vários tipos, repolhos, nabos, cebolas, pepino, espinafres, manjerona, mostardas, alecrim…

Havia também ervas medicinais como salsaparrilha, jalapa, cana fístula, malva e outras.

Contribuição Africana – alguns produtos agrícolas como inhame, amendoim, arruda (usada como proteção contra insetos) boldo e o coco da Bahia. Em pouco tempo os senhores – notadamente do Recôncavo Baiano entenderam a importância desses ingredientes e passaram a plantar inhames e bananas.

 

As palmeiras de dendê e o quiabo por exemplo estão entre as contribuições africanas que mais se popularizaram aqui.

Entre as iguarias vendidas pelas escravas, cujos proventos voltavam aos seus senhores constam em relatos delícias como mingau de carimã, peixe assado, milho cozido em grãos, mugunzá, acaçá, moquecas de peixe enrolado em folhas, farinhas de castanha de caju açucaradas e aluá de arroz. Além de carnes preparadas de variadas maneiras: secas, na brasa, assada em braseiros ou escaldadas em rápida fervura.

Os doces eram igualmente variados e ricos: pé de moleque, arroz doce com canela, doce de coco ralado, rapadura, maués, bolo-preto…

 

Contribuição Indígena –   os colonos de pequeno porte, faziam um intercâmbio de “tecnologias” como por exemplo: a técnica de tirar mel das colmeias amplamente dominada pelos índios, que ensinaram aos brancos a guardar os enxames em cabaças.

Peixe: comida de indigentes – tão pródigos e variados, os peixes eram, segundo o relato de Debret, considerados uma alimentação inferior, mas a dieta de farinha e peixe acabava frequentando também a mesa dos mais abastado.  Quando, sem ração nos quartéis os soldados eram enviados para pescar. E as peixarias do Rio de Janeiro, anunciavam e vendiam mais de 60 variedades de peixes! Os mais apreciados eram cherne, cavala e anchovas, mas comiam-se também acaris, baiacus, arraias, acarás, ciobas, garoupas, surubins, piabinhas…. além de ostras e ovas de várias espécies.

Carne que dá no mato – a caça era mais rara, mas complementava a mesa com carnes de codorna, macuco e perdiz – entre outras tantas aqui encontradas.

Não à toa, com o tempo, o cardápio de peixes/carne passou a ser mais apreciado e elaborado – posto que as carnes eram mais difíceis de encontrar e conservar.

Fonte _ “Essa Gente Brasileira” Mary del Priore




Milagrosa Farinha

A farinha de mandioca usada pelos indígenas era usada de várias maneiras inclusive para fazer um “beiju de melhor digestão que a farinha” segundo um encantado comensal português e “mais agradável que o pão de trigo” segundo Saint Hilaire.

A farinha era degustada com mel, carne, peixe seco, e com caldos – os quais engrossava e agregava sabor e textura.

A farinha de milho encontrada aqui, embora relegada a comida secundária pelos europeus, era muito popular e o próprio milho era no início um alimento importante dado aos escravos – e depois adaptado a mesa da casa grande com variações.

Farinha de mandioca – era obrigatória tanto na casa grande quanto na senzala. Com o passar dos anos, deliciosas formas de comer “farinha” surgiram como a “farofa de coco” hoje usada em alguns pratos acompanhando pescados.

Muito legal saber disso… uma simples farinha e com um grande história!!! Mas melhor ainda é ter uma receita a mão para se deliciar…

Bolo de Caneca: Chocolate

Ingredientes

1 Clara

2 colheres de sopa farinha de coco

1 colher de sopa cacau

1 colher de sopa água

4 gotas de Stévia (ou Agave – a gosto)

1/2 colher de café Fermento em pó

Modo de Preparo

Misture todos os ingredientes em uma caneca. Leva ao micro-ondas por 1:30 minutos (pode variar um pouquinho de acordo com o micro ondas).

Prontinho!

Lembrando que esse texto é uma contribuição da Mary del Priore (Essa Gente Brasileira)




Mais do cruel dicionário do amor 2.0 (parte II)

Hoje os termos são um pouco menos desagradáveis mas…quem precisa disso? Afinal entramos em um aplicativo de relacionamento para coisas boas e não para sofrer certo?

Ghosting.  sumir feito um fantasma: deixar de atender telefonemas e responder a mensagens, ou inclusive bloquear a outra pessoa sem dar nenhuma explicação. Como se o relacionamento nunca tivesse existido

Zombieing. Quando uma pessoa, depois de fazer ghosting, ressurge dos mortos e reaparece em nossa vida como se nada tivesse acontecido.

Mooning – em vez de comunicar a uma pessoa que não estamos mais interessados nela, ativamos o modo “não perturbar” para silenciar exclusivamente as notificações dessa pessoa. Eu acho esse nem tão ruim, pois as vezes é necessário, até mesmo entre amigos!

Orbiting – apesar de evitar os encontros pessoalmente e deixar de responder a telefonemas e mensagens, o orbiter continua curtindo suas publicações nas redes e vendo nossas atualizações de status no WhatsApp, Facebook e Instagram.

Breadcrumbing. Literalmente significa deixar migalhas de pão, ou seja, pequenas demonstrações de atenção e conexão

Kittenfishing.  consiste em se mostrar diferentes de como somos na realidade e/ou mentir para seduzir alguém

Haunting. É o fenômeno (tão pronunciado durante o confinamento) pelo qual um ex reaparece de repente em suas vidas após muito tempo sem manter contato.

Typecasting. É uma versão mais sutil do negging e, portanto, exige estar mais alerta: é o que fazem essas pessoas que já desde o seu perfil enviam mensagens passivo-agressivas.

Gatsbying. É quando as fotos ou posts que publicam nas redes sociais parecem ser para o consumo de todos os seus contatos, mas só querem impressionar uma pessoa específica. Quem nunca fez isso???

Como disse no outro post, ninguém está te julgando, nem podemos fazer isso, o que queremos é que tenham cuidado. Somente isso!!!