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Rodando a baiana com classe

E sim, pode ser feita com elegância quando combinado com algumas técnicas de comunicação e controle emocional. Não acredita?

Escolha suas palavras com cuidado – é importante ainda escolher palavras que sejam respeitosas e adequadas ao contexto. Evite linguagem vulgar, ofensiva ou agressiva, mesmo quando estiver expressando suas opiniões de forma firme.

Postura e a calma – respire fundo, mantenha contato visual e evite gestos bruscos que possam transmitir agressividade.

Respeite os limites pessoais – respeite o espaço físico e emocional, evitando qualquer forma de intimidação ou ameaça.

Seja assertivo, não agressivo – existe uma diferença entre ser assertivo e ser agressivo. Enquanto a assertividade envolve expressar suas necessidades e opiniões de forma clara e direta, a agressividade envolve atacar ou intimidar os outros. Mantenha-se firme em suas convicções, mas sempre com respeito pela outra pessoa.

Foque nos fatos – ao se expressar com intensidade, concentre-se nos fatos e nas questões em vez de ataques pessoais. Isso ajuda a manter a discussão centrada no problema em questão, em vez de torná-la pessoal.

Em resumo, é possível “rodar a baiana” sem perder a elegância ao combinar intensidade com respeito, controle emocional e uma abordagem focada na resolução de problemas. Lembre-se sempre de que a comunicação eficaz e respeitosa é essencial para manter relacionamentos saudáveis e construtivos.

Porém, se nada disso resolver… você pode fazer como como eu fiz um dia.

Cheguei bem pertinho da pessoa, puxei de lado e falei baixinho, mas bem baixinho no ouvido, as maiores barbaridades. Lavei a alma, xinguei de canalha, do que foi necessário.

Mas assim, sempre muito baixinho que a pessoa tem dificuldade de ouvir. Só ela ouve e acaba desacreditando que estamos tendo a coragem de ofendê-la dessa forma.

A vingança é muito mais doce!




Salada de Arroz Thai

Além de servir como prato único, ela também atende aos vegetarianos e fica melhor ainda quando saboreamos no dia seguinte, ou seja: podemos fazer de véspera e deixar pronto para o fim de semana ou qualquer reunião.

Ingredientes:

1 xícara de arroz branco ou 7 grãos;

Meia xícara de chá de alho poró fatiafo bem fino;

1 xícara de cenoura ralada fina;

Meia cebola roxa picada;

Uva passa a gosto (ou doce de cajú picado pequeno a gosto);

Pimenta do reino e sal a gusto;

Azeite;

Creme de limão cravo ou reduçao de vinagre balsâmico a gosto;

Opcional – salsinha picada e 1 tomate picado para dar mais cor e sabor.

Modo de fazer:

Cozinhe o arroz e deixe esfriar.

Misture todos os ingredientes – e o azeite por último, leve a geladeira e saboreie gelado ou na temperatura ambiente.




Noivo também é gente – aprenda a administrar as emoções dele …

retrato de um homem vestindo um traje social formal - paletó cinza escuro sobre colete cinza claro com camisa branca de gola social. A foto não mostra o rosto, apenas o peito com a lapela em primeiro plano enfeitada por um cravo branco. Desse detalhe se conclui que o homem em questão é um noivo em trajes de cerimônia de casamento.

E você acha que seu noivo é de pedra? Bem, se fosse, você não estaria se casando com ele, não é? Pois, prepare-se para notar também nele uma mudança sutil de comportamento.

Noivo também é gente – e seu emocional também é muito afetado nessa fase de preparativos –  mais do que você pensa. Ele começará a se sentir confrontado com uma série de dilemas (parecidos com os seus). Estará, também, sob pressão e será obrigado a resolver aspectos de sua vida nos quais nunca havia pensado antes.

Por fim, você vai conhecer algumas de suas outras facetas, que nunca viu até agora porque vocês nunca passaram antes pela experiência de “preparar uma vida em comum”.

E olha que preparar e sonhar com ela é bem mais fácil do que o dia a dia com as contas, prazos, pequenos deveres e cobranças – enfim, um papo que prefiro nem entrar em detalhes nesse seu momento mágico pré nupcial.

Apenas reforço que,  se notar que seu noivo está tenso, evasivo, precisando de espaço (sim, eles precisam disso para pensar, muito mais do que nós), em vez de se indignar, acusá-lo de nunca ter agido assim ou dizer que ele não sabe direito o que quer, lembre-se: para ele, tudo isso é tão novo quanto para você.

Exercite sua compreensão – é isso aí. Respire fundo e declare o quanto você também se sente perplexa, aflita, desamparada – ou qualquer outro adjetivo que ache que cabe. Dessa forma será mais fácil não entrar em atritos inúteis.




Como lidar com “valentões” no trabalho

Existem várias maneiras pelas quais um valentão pode tornar sua vida um inferno! Eles podem constituir uma ameaça aberta ou iniciar rumores maliciosos para prejudicar sua reputação. Seja qual for o caso, cada agressor precisa ser tratado individualmente, de acordo com o que fazem.

A maioria dos agressores é fraco, mas há quem possa realmente machucá-lo. Se você sentir que está em perigo físico, informe seu supervisor ou outra pessoa com autoridade. Nunca se coloque na posição de ficar sozinho com alguém que queira atormentá-lo ou causar danos.

Assim que você perceber que está lidando com um agressor no escritório, comece a documentar todos os encontros. Inclua a data, o que aconteceu, o que foi dito e quem pode ter sido testemunha. Isso o ajudará a montar seu caso, se você precisar procurar o supervisor ou os recursos humanos relatando o problema.

A maneira ideal de evitar ser intimidado é entrar no seu trabalho com uma dose saudável de assertividade. Fale em tom autoritário. Isso mostra aos agressores em potencial que você se sente confortável com suas habilidades no trabalho e  ajuda  para que não o percebam como uma pessoa fraca que podem atingir.

Fique firme – esteja preparado para defender sua posição quando um valentão tentar mexer com você. Se eles o humilharem na frente dos outros, reverta a situação com uma defesa honesta. Faça o que puder, mas não fique calado ou será percebido como fraco. E eles adoram pessoas assim.

Voluntário para liderar projetos – se puder, faça parte de qualquer iniciativa que o eleve a um nível diferente do agressor.

Se você cometer um erro, corrija-o logo não há necessidade de chamar atenção de seu erro para o agressor.

Não reclame da empresa, supervisor ou emprego nunca. Você não quer dar ao agressor algo para usar contra você mais tarde.

Sempre tenha cuidado com o e-mail do escritório – você nunca sabe se algo pode ser encaminhado a uma pessoa que possa usar sua comunicação contra você.

A principal chave para lidar com os agressores é entender que essa é uma forma de manipulação que funcionou para eles no passado. Eles obtiveram os resultados desejados quando atormentaram outros que consideraram (por algum motivo) mais fracos que eles. Seu objetivo é controlar e dominar qualquer situação.

Você não pode mudar um valentão, então não tente. No entanto, em alguns casos, você pode interromper o comportamento de bullying em relação a você e a outros colegas de trabalho. Mas vale a pena tentar, não acha?




Restaurantes: não pague mico e descomplique

Diagrama de linguagem de sinais para restaurantes em desenho de vários pratos brancos sobre fundo marrom com os talheres colocados em várias posições: cruzados com as pontas se tocando em V cruzados formando um T, paralelos na horizontal, paralelos na vertical com cabos voltados para o cliente e cruzados com as pontas quase se tocando.

Pra que tanta!? Xô regrinhas inúteis!

Antes de mais nada, ela complica em vez de simplificar. Depois, porque em todas as buscas que fizemos – Mário, meu sócio, que não deixa passar nada – em sites internacionais de comportamento e etiqueta e mesa, não há nada nem remotamente parecido.

Vamos combinar, pode até ser criativo, mas na prática é uma grande bobagem…

Você acha que algum garçom, em meio ao serviço vai perceber a sutil diferença entre um talher apoiado no prato de “pausa” e outro cruzado quase igual – mas que significa “não gostei do serviço?”

Ora, nesse diagrama, só vale a do “estou satisfeito” – e por motivo prático: o garçom retira os pratos por trás da cadeira e, com os talher paralelos, com cabo voltado para o cliente é mais fácil para ele firmar a mão e não derrubar os mesmos.

Acredite: de nada adianta tanta regrinha! Se o serviço é ruim não será melhorado em curso, durante a refeição.

Ao cliente, cabe reclamar com a gerencia e não iniciar um bate boca por sinais de talheres.

O segundo prato só chegará quando estiver pronto – de nada adianta sinalizar que está esperando.

Se achar excelente, basta dizer isso ao vivo quando receber a conta – e gratificar o funcionário à altura.

Portanto, esqueçam essa tabelinha pseudo esperta, Lembre que, salvo impedimento de fala ou audição, nada substitui o olho no olho e uma troca de palavras gentis para se comunicar.

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