como fazer uma mala para UM CRUZEIRO

 

Em um cruzeiro – como em qualquer viagem- é preciso se informar do clima. Não importa se o navio é super luxuoso como esse acima ou um navio mais comercial, é preciso lembrar que a programando a bordo é basicamente a mesma: piscina, bar, balada, jogos e refeições.

Partindo do princípio de clima quente (como são os nossos cruzeiros de verão) leve roupas informais: maiô e saída de banho para o momento “piscina”, uma roupa descolada para o caso de querer ir a uma balada a bordo e uma roupa mais formal para o caso de uma noite assim. De resto, apenas um par de chinelos de praia, um par de sandálias baixas e uma alpargata levinha ou tênis para passeios.

Para facilitar: lembre que são só quatro dias, portanto 4 produções para o dia e duas para a noite devem bastar.

um par de alpargatas de renda verde bem escuro com ponta de bonita bege.

Mala– leve uma média, nada de grande. E uma bolsa grande que caibam eventuais compras em passeios. É mais fácil para transportar e você não cai na tentação de encher com peças inúteis. Se quiser leve um saco dobrável para encher de possíveis compras – mas lembre que vai ter que carregar o mesmo depois, navio afora e no porto até a condução. Carregadores são escassos e custam…

Economize de espaço – leve uma só saída de banho, uma viseira ou chapéu dobrável e uma bolsa que dê para usar na piscina e para passeios – para não levar duas…

Corpo da cintura de uma mulher deitada, com pele bronzeada e com um biquini azul , com detalhe de uma flor amarela no canto da calcinha.

 

Indispensável – protetor solar, uma canga de praia para piscina e/ou passeios na praia, tomadas e acessórios para cabos de celular etc,

Ainda – procure levar cores e tons que combinem entre si para alternar as peças e usar com acessórios comuns. Resista a tentação de levar montes de sapatos, ou montes de bijuterias, conjuntos de biquínis etc. Acredite: mais atrapalha que ajuda. E bom passeio!!!

 




A prova de Brisa

 

DUKE+AND+DUCHESS+OF+CAMBRIDGE+ARRIVE+IN+WELLINGTON_claudiamatarazzo

A bela Rainha Máxima da Holanda anda de mãos dadas no tapete vermelho com sua filha e é surpreendida pelo vento forte que levanta seu vestido estampado deixando a mostra um bonito par de pernas!
Ok as pernas das duas – aliás todo o corpo e rosto – são lindas. Mas é preciso manter o mistério.

Noblesse Oblige (nobreza exige, dito francês que equivale ao nosso ”ossos do ofício”)…

Isso quer dizer usar vestido sim, porém jamais esvoaçantes a ponto de voar descobrindo-as com a mais leve brisa. Claramente a princesa Kate Middleton da Inglaterra e a rainha Máxima da Holanda ainda estão aprendendo. 

Que o diga a Rainha Elizabeth II, há mais de 6 décadas aparecendo em público de vestido nas mais variadas circunstâncias. Esperta, ela usa sempre tecidos encorpados e cortes rentes ao corpo que dificultam a ação do vento – que garantem seu sossego até se parasse sobre as grades do metrô, como fez Marilyn Monroe nessa famosa foto.

Marilyn Monroe, atriz, americana, loira, linda, ao passar na rua sobre a grade de ventilação do metro, seu vestido voa e ela tenta segurá-lo locando as suas mãos entre as pernas.

Várias fotos da Rainha Elizabeth II do Reino Unido com vários modelos quase idênticos de vestidos - super encorpados, estruturados e aprova de qualquer vento- o que varia são as cores:vermelho, pink forte, laranja, amarelo ovo, verde água, azul céu, azul naval e rôxo escuro.

 

 

 

 

 

 

Ok, ela não é exatamente conhecida pela sua elegância ou sensualidade. Mas aí, não dá para ganhar todas, concordam?

 




Homens: como entender e usar Tendências Fashion  

Detalhe de quatro estampas em preto e branco lados lado: a primeira é um grafismo em ondas verticais em preto e branco. A segunda tem um desenho de colete de listras finas brancas sobre fundo preto com 6 botões pretos na vertical em cada lado. Por baixo desse colete se vê um tecido quadriculado em textura de preto no preto criando um efeito visual. A terceira estampa é um tecido com sapatos pretos desenhados sobre um fundo branco. Finalmente a quarta estampa é com bolas pretas médias e pequenas sobre o tecido branco.

Estampas fortes: funcionam mais apenas no detalhe.

É isso aí rapazes! Sei que ao ver aquele bando de menininhos desfilando sem meia e fazendo (sem sucesso) cara de mau, vocês, robustos, maduros e mais vividos, não conseguem se imaginar vestindo aqueles modelos – no mínimo bizarros…

Calma!! O mundo fashion é assim mesmo: é preciso aprender a interpretar as tais tendências. Por isso, escolhemos essas imagens de desfiles de 2014 para ilustrar como funciona o conceito…

Ao ver tanta estampa é natural ficar na dúvida se o mundo vai terminar em um grande Baile do Havaí – mas não é bem isso.

Vejam como mesma estampa acaba aparecendo de forma mais difusa, ou apenas em um detalhe, deixando a escolha das peças mais fácil e funcional.

Finalmente, nas imagens em que os modelos usam estampas em preto e branco, percebe-se que possível aderir a determinada tendência e ainda assim manter um visual mais discreto.

A foto mostra uma colagem de 6 fotografias: a da ponta a esquerda e a quarta a partir da da direita mostram um close de detalhe de uma estampa grande em preto e branco com grafismos que lembram temas étnicos. A segunda foto a partir da direita, ao lado do detalhe, mostra um modelo com uma camiseta preta e creme com a mesma estampa colada ao corpo. As calças porém são lisas, cor creme e os sapatos marrom caramelo usados sem meia compondo o visual de forma leve e bem esportiva. A esquerda desse modelo, outro rapaz desfila com bermudas creme, tênis em couro azul celeste com a borda cinzas uma camiseta colada ao corpo malha com grafismos estampados em creme e vermelho cereja claro. Um cinto cereja compõe o visual super de verão . Na foto da extrema esquerda o modelo usa bermudas marrom claro e um cardigã de malha creme com estampa cinza e sapatos em couro marrom escuro e solado de borracha. O efeito é leve e ao lado dele uma variação: o colega usa calças bege claras, uma jaqueta de fundo creme com a mesma estampa étnica com fechamento de zíper a frente. Nos pés mocassins marrons .

Estampas grandes: para um efeito melhor, use com moderação




TRABALHAR DE PANTUFAS : pode isso?

 

 

Há alguns anos vemos o ambiente corporativo se transformar cada vez mais: de mesas de jogos colocadas em áreas comuns, funcionários podem ser vistos jogando toda sorte de jogos, passou a ser permitido levar pets no escritório… vale quase tudo para que os funcionários sintam-se bem a ponto de ser mais criativos e competitivos.

Até aí, beleza. As gravatas foram banidas e, cada vez mais, o dress code ficou mais informal – a ponto de muitos ambientes parecerem academias com homens e mulheres vestindo moletons e camisetas esportivas.

Mas o caso mais emblemático foi o de uma agência que institui o hábito de os funcionários, trocarem os calçados por confortáveis pantufas para trabalhar. Eles amaram, claro. Mas, nada me tira da cabeça que, como é muito informal e preciso manter as pantufas no PÉ elas acabam largadas pela sala…. o que pode causar uma certa estranheza caso chegue algum cliente inesperado (ou mesmo esperado)…

Sem falar que os modelos de pantufas são icônicos e cheios de mensagens subliminares… Eu heim? Acho mais simples um calçado bem confortável – e não ter que ficar explicando tanto por estar tão fora do padrão…




Visual para o trabalho: afinal, com que roupa?

 

O que vale e o que não vale? Difícil dar um orientação super precisa uma vez que esse é um assunto muito pessoal. Mas, talvez valha a pena a gente parar para rever alguns ícones de vestuário.

Gravata– algumas instituições financeiras super tradicionais já aboliram a gravata de seu dress code– mesmo para quem ocupa  cargos mais altos. Estão, na verdade seguindo uma tendência mundial, que vem adotando uma informalidade cada vez maior mesmo no ambiente de trabalho.

Paletós e calças sociais–  continuam em alta,  pelo menos nas áreas financeira e jurídica mas hoje é possível ver executivos e funcionários com calças modelo skinny, mais modernas assim como os paletós mais acinturados, que ajudam a quebrar o tom de formalidade muito forte.

Não vale tudo– mesmo sem um dress code rigoroso ainda é preciso se vestir de modo a refletir os valores de sua empresa e a sua identidade – assim como a roupa deve estar de acordo com a sua ocupação.  E isso vale para homens e mulheres.

Se você trabalha com agronegócio ao ar livre, é natural adotar um visual mais despojado e esportivo. Se trabalha na área jurídica, o tom é um pouco mais formal. É o que já não acontece com quem trabalha em áreas artísticas ou criativas como comunicação, publicidade etc.



Sigo o cliente ou meu estilo? 
A ideia de se vestir de acordo com os clientes tem a ver com o desejo de estabelecer uma sintonia para facilitar a comunicação. Se o cliente se identifica no momento em que bate o olho em você, é mais fácil  envolve-lo e, literalmente conseguir uma cumplicidade que, sem essa empatia torna-se  muito mais difícil..

Eternos curingas– alguns itens como camisas brancas – tanto para homens quanto para mulheres – são clássicos do guarda-roupa corporativo. No caso de mulheres, saias-lápis,  vestidos envelope, pantalonas escuras e lisas e vestidos tubinho mais estruturados são alguns dos itens que nunca saem de moda e sempre podem ser usados com outras peças – variando do mais conservador ao mais descolado.

“Sou mais eu”– tem gente que se recusa a adotar um visual mais antenado com a empresa o os clientes pois acredita mais no seu estilo. Beleza. Mas isso pode tanto ajudar quanto  atrapalhar a comunicação entre clientes e fornecedores e muitas vezes até “empacar “ um negócio.

Moda é um mix de tendências, estilo,  estado de espírito e, naturalmente de adequar tudo isso a ocasião e ao biotipo.

Portanto é uma coisa dinâmica e que podemos perfeitamente adaptar sem adotar uma postura rigorosa – seja para um lado ou outro. E é para ser, principalmente uma coisa divertida – lembre disso!