Startups – entenda o presente e futuro

Atualmente são vários os tipos de startup no mercado. E para você ficar bem informado sobre cada modelo de negócio, é imprescindível conhecê-los a fundo.

Lifestyle – criadas por quem deseja trabalhar com o que ama de verdade. Reforça talentos e paixões e visa realizações. E todos na empresa são indispensáveis.  Mathew Jones, um ex-surfista australiano, que virou professor de surf em tempo integral pode ser um exemplo;

PME – possuem objetivos de pequenos negócios. Seu dono não deseja crescer, apenas quer uma vida confortável para sua família. A diferença é que seu capital vem de economias próprias. Pode ser uma loja virtual, um pequeno comércio, um agente de viagens ou um cabeleireiro;

Escaláveis – mal começam e já sabem que querem… crescer! Vivem de capital de risco e empresários que não querem só trabalhar para se sustentar, mas sim despertar o interesse de grandes investidores. Os funcionários são sempre os melhores, a qualidade é fundamental e a estratégia é gerar receita. Facebook, Skype, Uber e Airbnb são alguns exemplos;

 

À Venda – feitas para atrair compradores após atingir resultados. As aplicações desses investidores geralmente são de alto risco, mas são o que fazem a diferença para a execução do projeto. Google e Facebook são alguns exemplos de sucesso;

Sociais – são as que deveriam fazer a diferença na sociedade pois  querem construir um mundo melhor. O que importa é contribuir positivamente. Os exemplos incluem instituições beneficentes ou de caridade;

Corporativas – grandes empresas que estão no mercado há muito tempo e precisam inovar constantemente. Por mais que seja tradicional, é fácil que ela acabe caindo no esquecimento, por isso cuidado!

 

E ai, o que acharam? Comentem…




Novos espaços para trabalhar

O segmento corporativo vem mudando. As novas formas de trabalhar chegaram e hoje, a adaptação do ambiente a novos modelos que levem em consideração o bem-estar dos funcionários virou uma questão – real – de sobrevivência para as empresas.

As empresas agora procuram ter locais onde os funcionários se sintam em casa: com espaços de descompressão,  onde a pessoa realmente possa ter um momento para relaxar, para dar uma pausa no dia.

Outras coisas também mudaram, quer ver?

Iluminação natural – antigamente somente as salas dos diretores eram perto das janelas – hoje qualquer funcionário pode ser sua mesa nesse local. Deixar a iluminação natural entrar é muito importante para a produtividade das pessoas.

Espaços de socialização – o funcionário leva o seu laptop e pode trabalhar em uma poltrona, em uma sala para fazer uma ligação, em áreas informais – há muitas alternativas que não necessariamente incluam uma mesa. Outra coisa que mudou foi a recepção, trazendo novos usos para um ambiente que antes era apenas uma formalidade.

Biofilia – as plantas podem modificar o ambiente de trabalho e foi comprovado que muda o humor das pessoas, dos colaboradores e faz com que eles se sintam em casa – e inclusive durmam melhor.

Refeitório interno – um local agradável, bonito e com tudo que o funcionário precisa para relaxar enquanto almoça.

Adeus salas fechadas – “open space” traz muitos benefícios, desde você se policiar e ter disciplina até você respeitar o colega, falando baixo, tendo bons hábitos em organizar a sua mesa, interagir com diferentes áreas (acho que é o mais importante), saber o que o seu colega faz…

Adoro essa nova tendência. É uma mudança natural, os funcionários já não são mais os mesmos, então se a forma de trabalhar mudou, por que não a empresa mudar também e se adequar á ele? O que vocês acham?




Café chá ou os dois? Entenda melhor suas escolhas…

Segundo pesquisadores do estudo, publicado na revista  Scientific Reports, a escolha da bebida está ligada à forma como percebemos a amargura e a nossa predisposição genética para perceber a amargura de substâncias particulares nos empurram ou para o café ou para o chá.

Esse estudo usou dois conjunto de dados: O primeiro foi um grande estudo duplo que mostrou que, pelo menos nos ancestrais europeus, variantes genéticas particulares estão ligadas à força da percepção de diferentes sabores. Uma variante específica foi associada a avaliações um pouco mais altas de amargura por cafeína, outra maior por quinino e um terceiro maior amargura por uma droga conhecida como propiltiouracil (usada para tratar o hipertiroidismo).

O segundo dado usado foi a pesquisa da UK Biobank, onde milhares de participantes (entre 37 a 73 anos) foram entrevistados sobre quantas xícaras dessas duas bebidas consumiam por dia. Também foram coletados dados genéticos.

As pessoas no estudo que tinham uma maior predisposição genética para perceber a amargura da cafeína bebiam mais café.

Os padrões reversos foram vistos quando a equipe analisou as variantes genéticas e quanto os participantes do chá bebiam. Os pesquisadores disseram que as descobertas para o chá são mais difíceis de explicar, mas podem ser em parte pesadas para os bebedores de café que tendem a ser bebedores de chá muito leve.

Embora o estudo tenha limitações, incluindo o fato de depender do auto-relato do consumo de chá e café, a equipe diz que isso pode ajudar a esclarecer qual xícara preferimos. Particularmente acredito que é possível tomar e apreciar os dois, uma vez que cada um tem um ritual próprio e pode se adequar a momentos completamente diferentes mas, sempre associados a prazer: a pausa para o café da tarde o despertar para um novo dia com uma xícara de café, uma xícara de chá bem aromático para esquentar no inverno ou mesmo antes de dormir relaxando no sofá…

E você, qual dos dois prefere?




Livros que li – e lições que ficam para a vida

Cada livro que leio, apreendo algo. Isso é fato! Seja por uma maneira lúdica (palavra da moda hoje) ou nas entrelinhas. Mas ao final de cada leitura sinto que, em algum momento da vida poderei colocar em prática pequenas lições e conceitos encontrados ali. E todo livro nos traz alguma coisa – apenas cabe a nós aprender a procurar.

Vou mostrar para vocês algumas lições que aprendi e onde…

Experimentar o auto-descobrimento (Comer, Rezar e Amar, Elizabeth Gilbert) – amar e buscar a felicidade dentro de nós. E ver o mundo de uma forma diferente do habitual, buscando assim o equilíbrio, a paz interior e o prazer.

O poder das palavras (A Menina que Roubava Livros, Markus Zusak) – fazer aquilo que acreditamos ser o certo, o efeito dominó, aproveitar as oportunidades antes que seja tarde demais e o poder que as palavras têm.

Estar à frente do tempo (O Diário de Anne Frank, Otto H Frank e Mirjam Pressler) – apesar de tudo que Anne Frank passou, ela transmite esperança, fé e coragem.

Confiança, lealdade e coragem (Harry Potter, J.K. Rowling) – encontrar amigos leais; aprender que as escolhas são mais importantes que as habilidades; todos os medos podem ser superados; valorizar nossos pontos fortes; ser nosso próprio mentor; manter um bom network. Mas a grande lição é não desistir. Esses livros não podiam faltar, né?

Apreciar as pequenas coisas (Senhor dos Anéis, J.R.R. Tolkien) – amigos são muito importantes; que dinheiro não é o mais importante na vida; que não devemos julgar o livro pela capa; que as pequenas coisas podem ser apreciadas e que podemos dizer sim para as aventuras.

Ser e/ou  ter (O Pequeno Príncipe, Antoine de Saint-Exupéry) – nos faz refletir sobre ser ou ter. Sobre as relações baseadas no carinho e a importância da amizade. E que vale mais o autoconhecimento do que a vida alheia.

E aí gostaram? Esses são apenas alguns e bem clássicos… E vocês, quais livros te marcaram?

 




Subindo no salto por decreto…

Essa afirmação é de ninguém menos que o ministro do trabalho do Japão.

Enquanto muitas mulheres usam saltos altos por diversão e auto expressão, outras os usam por causa dos padrões da indústria, por uma questão de dress codeda empresa e porque é o que seu chefe esperaria …

Submissão ou sabedoria?De verdade, não sei. Pode simplesmente ser um caso de estarmos culturalmente tão habituadas a esse incômodo que, sequer o percebemos.

Mas há quem se incomode, que não consiga usar e quem não goste e não se identifique com eles – e portanto, sofra com saltos altos e finos em sapatos de plataformas impossíveis com bicos finos e desconfortáveis…

Esse debate foi ressuscitado nesta semana, quando Yumi Ishikawa, escritora japonesa, enviou uma petição ao Ministério do Trabalho de seu país solicitando a proibição da exigência do uso de sapatos de salto alto pelos empregadores.

Seus esforços foram reforçados por uma hashtag inteligente: #KuToo, um trocadilho com as palavras japonesas para sapato (kutsu ) e dor (kutsuu). Na última contagem, a petição acumulava mais de 23.000 assinaturas.

Mas nada é tão fácil: o Ministro do Trabalho e da Saúde já respondeu defendendo os locais de trabalho que exigem que as mulheres usem salto alto, descrevendo a prática como “necessária e apropriada”. E ponto final.

ao fundo um sofá de cor creme, tem uma mulher sentada , ela usa saia, cor preta e está descalça. Em primeiro plano os dois sapatos com salto alto , cor preta, e fivela aberta.

Os saltos altos são vistos como o equivalente feminino à gravata do empresário. Ok, se os homens são frequentemente obrigados a usar paletó e gravata, o que há de errado com um equivalente feminino? Há que  nenhum item de roupas masculinas provoca tanto prejuízo aos movimentos ou dor física.

Ora, os saltos altos têm sido um componente-chave do poder feminino há décadas… O bestseller Dress for Success,dos anos 1970, alertou as mulheres americanas a nunca irem sem seus preciosos pisantes de salto alto se quisessem ser levadas a sério no local de trabalho.

Se usar saltos altos no local de trabalho fosse apenas aumentar a altura, mais pessoas usariam plataformas pois os homens, também se beneficiam profissionalmente por parecerem mais altos.

Se em pleno século XXI ainda temos que nos submeter a usar algo que nos tortura aos poucos para merecer respeito profissional, é porque o “empoderamento” das mulheres ainda tem muito a conquistar…Pensem nisso e #KuToo !!