Como fazer uma festa ecológica – e econômica

 Evite louça descartável, investindo em um conjunto extra de pratos e talheres de uma dessas lojas de segunda mão. Foto: Peter Huggins / Alamy

Amo festas! Qualquer motivo é motivo pra comemorar…EU gosto mais quando elas acontecem durante os meses de primavera e verão. Sob o sol quente com bebidas geladas e conversas… as festas rapidamente se espalham para os piscinas e quintais. Vou mostrar como é fácil e simples montar uma festa assim, “ecologicamente correta”.

CONVITE

É só criar um evento no Facebook ou enviar um simples e-mail. Os convites virtuais também nos permitem acompanhar os RSVPs (amigos, respondam, ajuda muito rsrs), interagir com convidados e fornecer informações clicáveis ​​sobre o evento.

LOCAL

Procure um espaço ao ar livre, como um parque, clube ou mesmo um quintal, e aproveite o espaço para botar a diversão ecológica em prática. Além disso, uma festa a luz do dia reduz o consumo de energia elétrica.

DECORAÇÃO

Deixe a criatividade rolar, utilizando todo tipo de material ecológico e reciclável.

O QUE COMER?

Algumas opções são os espetinhos de frutas e os petiscos de legumes frescos com opções variadas de molhos. Outra boa pedida é substituir os refrigerantes por sucos e smoothies. Use “suqueiras” com torneirinhas, que, além de práticas, dão um charme a mais.

DESCARTÁVEIS

Esqueça os descartáveis! Use utensílios tradicionais de louça, que além de ecológicos são muito mais elegantes. “Mas eu tenho crianças!!”, ok, use acrílico, por ser mais resistentes, podem ser lavados e aproveitados em outras ocasiões.

E a, gostaram dessas dicas? i




Meseira só é Meseira  se tiver Instagram?

A pioneira das Meseiras e responsável pelo resgate da Mesaposta em nosso território, acreditem, mora longe dos grandes centros, em Imperatriz do Maranhão, é professora e, aos poucos, com muito empenho e amor pelo que faz, tornou-se a Meseira numero 1 das Meseiras do Brasil, um dos primeiros grupos de apaixonadas por Mesaposta  ao qual seguiram-se muitíssimos outros: Meseiras assumidas, Meseiras Paulistas, Paranaenses e Capixabas entre outros…

Ela poderia ser uma pessoa deslumbrada pelo numero de seguidores e marcas que a procuram mas, do que conheci de Viviane Moreira, percebi ser a simplicidade em pessoa: aquela simplicidade do menos é mais – e que anda sempre junto com a elegância de sentimentos.

Recentemente Vivi me mandou um texto com o qual comungo tão completamente que resolvi compartilhar aqui, uma vez que as perguntas que fazem a ela frequentemente chegam também a  mim.

Abaixo as respostas de Viviane, sem a qual não teríamos tanta exuberância, variedade e alegria em eventos de Mesaposta.

 1 Como faço para ser uma meseira?? –  meseira é um termo criado nas redes sociais que denomina uma mulher que arruma a mesa. Independente de tudo, se você organiza uma mesa para servir de verdade é uma meseira.

Mas não precisa de milhões de cursos, guias, manuais, grupos, louças e mi-mi-mi: isso é do seu coração. Com treinamento e alguns  estudos você só aprimora.

Sinceramente? Não devemos provar nada a ninguém senão a nós mesmos.

2 Devo postar mesa todos os dias para ser uma meseira?Ora, a prática da mesa posta não é uma corrida de cavalos pra ver quem chega primeiro. Não é um concurso de beleza e nem disputa de quem pode ou tem mais. Não deixe chegar ao ponto de ser fútil ou preferir a decoração a comida do coração.

Se estão te cobrando  postar, divulgar ou falar estão te induzindo a ser quem você não é. E as consequências são uma busca desenfreada por aceitação.

3 Preciso comprar tudo novo para ser uma meseira? Nunca! Use e otimize o que você já possui. Não saia fazendo compras desesperadamente. Isso pode gerar problemas como dívidas não programadas e sem benefício algum. Segure a ansiedade e desapegue um pouco das redes. O uso incorreto das redes digitais gera doenças como depressão, ansiedade, baixa estima, tristeza….

Nada se faz obrigatório. Participe, compre ou poste algo quando quiser  compartilhar ou achar necessário!! Se tiver o hábito da mesa apenas aos finais de semana, maravilha. Se só pode na segunda ótimo, se só pode uma vez ao dia, show. Quem sabe melhor das suas necessidades é você. Não se deixe enganar por imposições de mídias, grupos x, y ou z. Seja única! Seja uma meseira Real, Caprichosa e Inspiradora. Poste aqui quando quiser.  E principalmente, faça por você e para quem deseja desfrutar de momentos à mesa.

Beijo Viviane Moreira #meseirasdobrasil

E aí? É ou não é para tirar o chapéu? Assino embaixo! E você?




À mesa com a Realeza: o que mais precisa é atenção!

Todos temos curiosidades de saber como é um jantar com a Família Real Britânica. Quais as regras? Como se comportam? Abaixo algumas curiosidades…

  • Rainha parou de comer? pare imediatamente também: ela sempre dá a última garfada. (Se eu tiver a sorte de ser convidada para um jantar com ela, vou torcer muito para ela comer devagar…);
  • As conversas da Rainha nos jantares oficiais já estão todas preparadas. Ela sabe que tem que falar primeiro com quem está a sua direta, e só depois do segundo prato é que ela vai falar com quem está sentado a sua esquerda;
  • Os lugares de cada um à mesa nos jantares oficiais são previamente estudados;
  • Os membros da realeza usam sempre o mesmo assento e são organizados de acordo com a hierarquia;
  • O convidado deve colocar o guardanapo no colo e mantê-lo ali durante todo o jantar. Ele só é devolvido à mesa quando acabar a refeição;
  • Se precisar se levantar, o ideal é que deixe o guardanapo na cadeira. Mas, calma! Para sair da mesa, é preciso aguardar o prato principal ser servido (e por favor, pedir licença! – isso é o básico né?);
  • A postura na cadeira também é importante – até isso rsrsr – o indicado é evitar se inclinar sobre a mesa, nem se debruçar ou colocar os cotovelos em cima dela;
  • Assuntos proibidos a mesa: dinheiro, religião, sexo ou política.

E aí, o que acharam? Particularmente eu não me incomodaria, são regras bem básicas e que usamos ou deveríamos usar todos os dias, tirando sobre o que se pode ou não falar a mesa.

 

 

 




Comida em 3D: é real e saborosa!

 

Food Ink é o primeiro restaurante do mundo que serve seu jantar exatamente assim.

A empresa abriu oficialmente em Londres em julho de 2016, vem se espalhando em locais de todo o mundo. Orgulha-se de ser um lugar onde a boa comida se cruza com a ciência, a tecnologia e o futurismo – e onde mais ‘oohs e ahhs’ são ouvidos do que em qualquer outro lugar.

E pode comer sossegado: tudo no menu da Food Ink é comestível, apesar de ser feito por uma máquina e não um ser humano. Em um processo que parece similar ao congelamento dos sacos de massa, os ingredientes são purificados, embalados em moldes 3D (que são feitos digitalmente) e depois “impressos” com uma máquina de impressão 3D feita na Holanda chamada ByFlow .

Os moldes são guiados com o “braço” robótico da impressora para criar pratos com um nível de precisão raramente alcançado por um chef humano.

O CEO e fundador Antony Dobrzensky lidera uma equipe de “arquitetos, artistas, chefs, designers, engenheiros, futuristas, industriais, inventores e tecnólogos”, incluindo os consultores culinários Mateu Blanch e Joel Castanye (ambos do restaurante espanhol de gastronomia molecular La Boscana) e o consultor de design Arthur Mamou-Mani.

Juntos, eles estão criando pratos como caviar de oliva servido em uma placa de Petri, ‘fish and chips’ (feito com maionese de peixe e algas tostadas e feito em formato de chip de computador), e chocolate todo impresso na frente do público…

Em uma entrevista com Munchies, Dobrzensky admite saber que os gourmets seriam céticos, mas acredita que ele está bem equipado para mudar essa idéia.

“Eu só queria fazer este projeto se a comida pudesse ser excelente, e eu não quero substituir chefs”, diz ele.

“Eu queria trabalhar com eles para ver como poderíamos trabalhar com a tecnologia para trazer o melhor uns aos outros.”

Outra questão candente: Além do óbvio fator de novidade, existe algum valor real na impressão de alimentos?Segundo ele,  as impressoras 3D oferecem uma alternativa eficiente à mão de obra e poderiam contribuir potencialmente para uma solução sustentável para os problemas causados ​​pelo crescimento da população.

Dito isto, comida impressa em 3D é (por falta de uma palavra melhor), estranho.  vamos combinar: fazer e servir comida tem sido intrinsecamente ligado à experiência humana há milênios. É difícil prever quais conseqüências essa nova técnica poderia ter, mas uma coisa é certa: poderia muito bem ser a premissa de um filme de ficção científica futurista.




Fico: A Disneylandia dos Alimentos – coisa muito séria!

De olho no “motor” da economia italiana – os produtos alimentícios – o empresário Oscar Farinetti acreditou e investiu pesado nisso.

Há alguns anos, vendeu uma cadeia de supermercados que herdou do pai, e fundou em 2004 a Eataly, empresa que exporta produtos agroalimentares para lojas e restaurantes de todo o mundo que, em pouco tempo tornou-se uma rede com pontos em várias metrópoles entre elas Nova York e São Paulo.

Farinetti virou um herói vivo para os italianos – ainda mais depois que inaugurou “Fabbrica Italiana Contadina” (Fábrica Italiana Camponesa), mais conhecido como Fico Eataly World, na Bolonha.

É um parque que ocupa uma área de 10 hectares – 8 cobertos por 44 mil placas solares e 2 estão ao ar livre com plantações e criação de gado, ovelhas e outros animais.

 

A visita ao parque – maior shopping center agroalimentar do planeta –  reúne restaurantes, workshops e exibições didáticas para todas as idades. Pode ser feita a pé (acho que uma hora vamos nos cansar), em triciclos equipados com cestas de compras (ok) ou com o trenzinho que atravessa toda a área (minha melhor escolha). Tanto que os franceses estão chamando de Disneylandia Gastronômica! Que honra, não é?

Aí  penso: será que não seria possível fazer um desses por aqui, no Brasil? Olha a nossa riquíssima e variada culinária, nossos ingredientes exóticos, poderosos e exuberantes. Nossos frutos, raízes e especiarias e peixes – sejam de regiões amazônicas, o cerrado ou os pampas, isso só citando alguns. Bom, espaço também não nos falta, sem falar nos cenários… e o clima? Mão de obra tenho certeza que não iria faltar também.

Mas falta aqui um Oscar Farinetti, alguém que consiga reerguer nosso enfraquecido espírito de equipe e Pátria. Somos tão grandes, tão ricos e tão encolhidos, que sequer acreditamos mais que seja possível uma chance assim.

Mas voltando a falar de coisa boa: quem for a Bolonha, na Itália, não deixa de ir visitar a Fico Eataly World, é diversão garantida para todas as idades e temperamentos! Com certeza vão amar…