Como fazer o ” Novo Receber Bem”

Seja em casa e na empresa: será preciso levar em conta a informação ao cliente ou convidado.

 

Área de estacionamento – tem vaga? O carro será entregue ao manobrista? Se sim, o manobrista tem que estar treinado para demonstrar que cuidados estão sendo tomados …

Convite – no caso de eventos sociais – interessante fazer o convite por voz; num telefonema ou em áudio. Assim é possível explicar quantas pessoas serão, que cuidados serão tomados e até mesmo sugerir que a pessoa traga um calçado extra, ou a sua “pantufinha de festa” uma vez que é aconselhável no caso de mais pessoas deixar os calçados a porta…

Assim o convidado estará preparado para isso – e outras eventualidades. E aflições…também terá a chance de perguntar, tirar dúvidas e deixar claras a suas aflições…

A chegada – logo na entrada, ideal ter uma sapateira ou local para que o convidado deixe seus sapatos.

Proteção – aos desavisados – ou os que não querem tirar os sapatos ofereça um Pró Pé – pode até ser em uma bandejinha, e se quiser fazer charme, personalizar…

É uma forma de mostrar ao convidado que você se preocupa com a segurança – e que ele deveria fazer o mesmo …

Convidado x Anfitrião – na Etiqueta Preventiva a regra de agradar sempre ao convidado se flexibiliza em favor do anfitrião: é ele quem está abrindo sua casa – portanto, mais que nunca as regras da casa tem que ser seguidas…

COVID-19. (AP Photo/Petr David Josek)pand

Máscaras – quando tirar? Tanto em ambientes sociais quanto empresariais é importante um sinal de quem está recebendo, no sentido de perguntar se a pessoa quer continuar com a máscara – deixando claro que ele não se incomoda (ou se incomoda e prefere que continue)…

Isso vai depender do número de convidados/pessoas no recinto, da distância, e sempre, sempre mesmo é interessante chegar de máscara e permanecer com ela.

Máscaras descartáveis – será muito importante e de bom tom ter sempre a mão um estoque de máscaras descartáveis (ou não, mas embaladas e novas) para oferecer a quem precise – ou porventura precisou tirar a dele. Deixe-as a vista e a mão em um recipiente charmoso.

Presentes e Mimos – no caso de chegar com flores ou qualquer pacote – o ideal é o anfitrião indicar onde vai colocar e acompanhar o convidado com o pacote – explicando que vai abrir com calma etc.  Nesse caso, inverte-se a regra de abrir na mesma hora.

Se 10 pessoas chegarem da rua com pacotes – devemos dar ao anfitrião a chance de abrir a sua maneira, higienizando de acordo com seu tempo e com calma.

Os tempos mudaram e temos que nos adaptar se quisermos continuar saudáveis. Mas pra dizer a verdade, muito disso, já fazemos desde o início da pandemia – e hoje que virou uma  rotina mais trabalhosa sim, mas segura.




Vendas na Pandemia – Organização e muito mais

  O Party Planner Wander Fereira Junnior, de São José do Rio Preto dá aqui algumas dicas para seus amigos que, por muitos anos foram fornecedores d grandes festas mas que agora, com a proibição dos eventos e grandes casamentos estão ajustando suas atividades e fazendo delivery. Vale para todo negocio ligado a alimentos pois, como Wander bem destaca, não basta cozinhar bem. Isso não garante nada hoje em dia. Você precisa pensar que :
• Atendimento é tudo, hoje. Cliente sempre tem razão. Tem pressa. Quer ser bem atendido e sentir-se especial, único.

 
• O problema do bom atendimento é só seu- não é do cliente. É você que quer e precisa vender. Ele tem o dinheiro para comprar. Você precisa dele. Ele não precisa de você. É você que tem que seduzi-lo, facilitar a compra, não colocar dificuldade, facilitar todo o processo, ser educado e simpático, se interessar pelo cliente e pelas necessidades dele. Tolerar o jeito dele, que pode ser grosseiro, indiferente, pernóstico, arrogante, etc.
• Facilite o processo de pagamento. Tenha máquina para cartões. Pergunte se precisa levar troco. Leve o troco certo, pronto, dentro de um saquinho plástico.
• Cumpra tudo o que for combinado e sempre entregue a mais do que foi combinado ou é esperado. Surpreenda!
• Seja pontual nas entregas, tudo muito bem embalado e em boas quantidades (fartura).
• Preocupe-se com a embalagem. Além de adequada e correta, tem que ter um chame. Tem que mostrar cuidado, zelo, preocupação em agradar.
• Acrescente diferenciais, como um bilhete, mesmo que seja a mão, agradecendo o pedido dele, desejando bom apetite, pedindo um feedback pra você poder melhorar.
• Em tempos de pandemia, preocupe-se com a esterilização das embalagens. Passe álcool em tudo e escreva isso: “Embalagens esterilizadas”. Faça a entrega com máscara. Mostre a sua preocupação com a saúde do cliente.
• Mande degustação de algum outro prato que você faça para ele conhecer. Essa atitude ajuda a divulgar e cria empatia. Mande um bilhetinho junto: “pra você conhecer minhas outras delícias”.

Wander Ferreira Junnior da Party Planner




França x EUA: no quesito serviço a mesa, qual você prefere?

 

Antes vamos entender: serviço a francesa é aquele em que, uma vez acomodados ao redor da mesa, os convidados servem-se das travessas apresentadas por copeiras ou garçons conforme a ordem pré determinada dos pratos. A bebida é servida conforme pedem a outros profissionais que chegam em seguida a quem serve a comida.

No serviço americano, a comida estará toda disposta em um bufê ou sobre a mesa principal, pilhas de pratos e talheres idem, assim como os guardanapos.

Copos e taças ficam em outro aparador com a bebida.

mesa clássica de uma família inglesa - do seriado Downton Abbey - os homens usando casacas pretas e as mulheres usando vestidos longos. Ao centro dois candelabros de cinco velas acesas.

DOWNTON ABBEY S Photographer: NICK BRIGGS

Abaixo algumas das alegadas vantagens do Serviço Americano:

Economia no serviço – com apenas uma pessoa ajudando é possível atender a pelo menos 20 pessoas. Embora, dessa forma, a dona da casa tenha que se desdobrar orientando não apenas a pessoa contratada, mas também seus convidados quanto a onde está o gelo, onde estão guardados mais guardanapos, o saca-rolhas extra onde fica etc.

A informalidade ajuda – com tudo sobre mesa e aparadores, a dona da casa pode aproveitar a festa. Será mesmo? Como disse, ela precisará estar o tempo todo a disposição para orientar um e outro, ver se é preciso reposição dessa ou daquela travessa etc

Sempre cabe mais um – cada um se acomoda como dá e por isso mesmo é preciso disponibilizar pufes, cadeiras e banquinhos da cozinha e/ou varanda, abrir espaços em superfícies para apoiar pratos e copos.

As pequenas falhas não aparecem tanto – com a turma espalhada pela casa, ninguém presta muita atenção a decoração de mesa, apresentação da comida, etc.

Na real? Acho um horror. Para quem recebe, claro. Pois, para os convidados, como dizia minha avó, basta pendurar um bom presunto na porta que todo mundo se diverte e come bem…

Mas, para quem abre a casa, é apagar incêndios o tempo todo. Ora, passada a reunião, em vez de uma casa relativamente ajeitada no dia seguinte, o mais provável é que se encontrem resquícios da festa na varanda ou mesmo no escritório, depois de uma semana…

São taças largadas meio cheias, guardanapos que somem entre as almofadas do sofá, papeizinhos amassados pelos cantos… um pesadelo!

O trabalho é muuuuuuito maior depois…

Quanto a aproveitar a festa, no serviço a francesa, com todos reunidos ao mesmo tempo em volta da mesa, a conversa flui melhor, todos podem compartilhar ao mesmo tempo tanto do que se fala quanto do que se come – e existe um controle muito maior e melhor.

Definitivamente, no quesito qualidade e requinte de refeição – tanto nas receitas quanto no serviço, fico com os franceses.

Banquete Oficial com uma mesa retangular enorme com 50 pessoas de cada lado, a maioria homens de terno, e ao centro da mesa temos muitas pequenas velas acesas. e alguns candelabros maiores com velas acesas e com as bases floridas.




Como fazer para não invadir o espaço alheio

Se você tem intimidade com alguém não há problema em se aproximar – até porquê a pessoa pode se afastar, se quiser – e tem liberdade para isso. Mas, mesmo para amigos ou colegas mais íntimos, em situações normais, a distância recomendável é não mais perto do 60 centímetros. Experimente e verá que nem é tanto assim…

Já, em uma situação pessoal com colegas, conhecidos e gente com quem estamos mantendo uma conversa – seja ela formal ou informal, a distância de 1.20mts é reconhecida no mundo todo como confortável. Essas medidas foram pesquisadas em vários estudos internacionais, pelo cerimonialista Mario Ameni, assim como a ilustração para facilitar .

Finalmente, o espaço de 3 metros é aquela distância que, num mundo ideal, mantemos de pessoas que não conhecemos e nem precisamos e/ou desejamos manter qualquer tipo de contato. É claro que em grandes centros esse espaço, nas ruas movimentadas e em empresas, em locais mais apinhados nem sempre é mantido. Mas é o que se considera ideal sem que se invada o espaço “pessoal ” do outro. E também não vale para festas, baladas, etc. Mas repare como em restaurantes, quando há menos espaço do que isso, sentimos que estamos participando da refeição da mesa ao lado…

É importante lembrar disso justamente porque em uma era em que todos trabalhamos em espaços comuns e abertos, muitas vezes não fica fácil atentar para isso. E o resultado é a sensação de falta de privacidade e invasão do outro. Pense nisso. Afinal, para chegar perto, há sempre tempo e é mais simples do que desfazer uma sensação desagradável de imposição de presença. Ou não?




Festa de confraternização… sabe pra que serve ?

Sim, parece a mesma coisa mas não é… E se você é avesso a muitas festas repense.  A ideia das confraternizações que acontecem o ano todo vai  muito além da obrigação de ficar aqueles 15 minutos interagindo com os funcionários no Natal – como pensam alguns patrões e chefes da velha guarda. A Festa de fim de ano da empresa é organizada pela empresa e em geral acontece mesmo só por ocasião do Natal.

Já as reuniões de confraternização acontecem periodicamente e variam de lugar e horário – sendo quase sempre no horário de Happy Hour, mas não necessariamente. Pode se semanal, mensal e até bimensal, mas é importante e todos sabem que devem se esforçar para comparecer pois acaba  criando laços entre todos os membros para que eles formem um verdadeiro time.

Ora, a essa altura todos sabemos que o sucesso de toda empresa depende diretamente da integração de todas as equipes, e quanto mais seus profissionais se conhecerem,  melhor podem  colaborar uns com os outros para alcançar os objetivos propostos.

Muitos já perceberam que as confraternizações são tendência, e em ritmo acelerado. E que a razão por detrás disso não é só divertimento (por parte dos funcionários ou ser apreciado e se tornar popular no caso de ser chefe).

Uma festa no escritório é um botão de escape após um certo período de trabalho muito  focado (pode ser uma semana, um mês etc) e promover esse tipo de festa mostra aos seus funcionários o quão essencial eles são  e o quanto a empresa e chefia respeita o capital e potencial humano.

Ter um tempo descontraído com colegas e outros profissionais ligados a sua atividade e conectar-se a eles positivamente, torna o tempo passado no escritório mais agradável. E mais; naturalmente que um ambiente prazeroso e positivo pode trazer um desempenho superior.

Aposte sim na sua confraternização! E procure , sempre que der , separar um tempinho para falar sobre: gratidão, novas idéias, equipes…

E claro,  não esqueça de parabeniza-los – em particular  e para os outros – isso é essencial e muito mais importante  do que parece.