5 Dicas Top e preciosas para seu casamento.

 

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1 -Nunca escolha o local da festa antes de finalizar a lista de convidados. Dê uma margem de erro (tipo, se tiver 250 convidados, nunca escolha um lugar que comporte somente 250 convidados…)

2. É lindo usar muita flor em arranjos volumosos, mas o minimalismo também é! Flores e folhagens em excesso          para criar grandiosidade e abundância podem ticar over e até constranger os convidados. Os convidados podem          pensar que não está vestido de maneira apropriada para a festa;

  3 – Ninguém tem um nome à toa. Então, escolha alguém em quem você confie. Uma festa é um produto que você   compra e só vai ver depois. Ás vezes, pagar R$2000,00 a mais é a diferença entre ficar feliz ou estressada;

4. Noiva, prepare-se para o grande! Faça meditação, exercícios físicos, respiração. Separe uma hora do dia para tratar exclusivamente do evento, para você tomar as decisões com calma  e não ficar insegura;

5. Não atrase mais do que 20 minutos, assim, você não abusa da paciência dos seus convidados!

Serviço – @biasandovalonline

 




Respostas a 10 Top dúvidas sobre casamentos

 

Pippa Middleton vestida de noiva em vestido tradicional branco com véu leve longo e cobrindo também o rosto está a frente de uma igreja e segura as mãos de um senhor d cabelos brancos, provavelmente seu pai.

Pippa Middleton em seu recente casamento

A quantidade de detalhes e opções em relação ao grande dia do casal não para de aumentar e, assim que a data é marcada, o relógio parece acelerar e amplificar as dúvidas que surgem ao longo do processo de organização e planejamento de um casamento. Com mais de 20 anos de experiência no assunto, a jornalista e especialista em etiqueta, comportamento e moda Claudia Matarazzo respondeu a Donna 10 perguntas sobre o casamento moderno para ajudar e tranquilizar as noivas, cerimonialistas e outros profissionais de casamentos.

1. Por onde deve começar o planejamento do casamento?

Quando se fala em casamento, estamos falando de um mercado que trabalha com uma cifra de US$ 10 bilhões ao ano, apenas no Brasil. Então, é claro que o céu é o limite em relação a algumas coisas. Só que, para quem é noivo, há um limite, sim. Portanto, os noivos precisam definir em primeiríssimo lugar o tipo de casamento que vão querer e qual é o orçamento disponível.

2. E quem opta por um miniwedding no lugar de um megaevento?

É uma tendência os noivos convidarem apenas familiares e amigos próximos. Trata-se de um casamento com um mínimo de umas 50 pessoas e um máximo de umas 120. Eu acredito que tudo aquilo que é escolhido com verdade pelos noivos, fica lindo. Dá para fazer um casamento com mais qualidade, com mais exclusividade, que vai ser uma coisa inesquecível – e os noivos vão aproveitar muito mais. Eu acho uma ótima escolha.

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3. Quem paga pela festa ainda é o pai da noiva?

Antigamente, eram a noiva e a mãe da noiva que decidiam quase tudo em relação ao evento. Hoje, são os noivos, juntos. O noivo, que antes era só um acessório (risos), hoje participa igualmente das decisões. Antigamente, também, costumava ser o pai da noiva quem arcava com as despesas do casamento. Graças a Deus, hoje isso mudou. Agora, todo mundo paga um pouco. As famílias participam, e os noivos se casam mais velhos e também ajudam. Algumas vezes, inclusive, são os próprios noivos que pagam tudo.

4. Como cortar a lista de convidados?

O ideal é que cada família tenha o direito de convidar 25% do total e os noivos, os 50% restantes. Deve-se convidar familiares próximos, pessoas de quem todos realmente gostem e cujo sentimento seja recíproco. Um amigo meu diz que jamais se sente obrigado a convidar para o seu casamento qualquer pessoa com quem ele nunca tenha compartilhado um cafezinho na casa delas.

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5. E quanto à tradição de a noiva se atrasar?

É o cúmulo da falta de educação. É uma prova de grosseria mesmo. A noiva teve meses para se preparar para a data e pensar em todos os possíveis imprevistos. Nada justifica os atrasos.

6. Crianças devem ser incluídas?

Se você for incluí-las, lembre-se de ter um espaço destinado a elas na festa, um espaço com recreação, babás, lugar para brincar, cardápio próprio e tudo o que é necessário. Se você não tiver esse espaço, coloque nos envelopes dos convites “Sr. e Sra. Fulano de tal” e não “Sr. e Sra. Fulano de tal e família” – e torça para que os seus amigos respeitem o sobrescrito. Outra técnica é avisar boca a boca. Comente com as mães de filhos pequenos: “Decidimos fazer a festa sem crianças, sabe? Queremos os pais de folga para curtirem de verdade” ou algo assim, que deixe implícita a falta de estrutura para crianças no evento.

7. Qual a idade ideal para as daminhas de honra?

As daminhas hoje usam fraldas! Gente, vamos aumentar a idade das daminhas? Eu sei que criança de dois anos é fofa, mas criança pequena sente sono, não anda quando tem de andar. Às vezes, empaca e chora! Para escolher as daminhas, eu sugiro crianças que obedeçam a comandos, ou seja, a partir dos seis anos. Nessa idade elas entendem, já sabem segurar o xixi, essas coisas.

Casal Pippa Middleton e James Matthews, após o seu casamento, saem da igreja, ladeados pela Kate Middleton , usando um longo nude e um chapéu da mesma cor, a sua frente os pajens e daminhas, Um deles seu filho.

(Leon Leal/AFP) No casamento do príncipe William com Kate Middleton, a cena da daminha incomodada com a ovação do público que ficou famosa e correu o mundo

No casamento do príncipe William com Kate Middleton, a cena da daminha incomodada com a ovação do público que ficou famosa e correu o mundo. Já essa imagem do casamento de Pippa Middleton, irmã de Kate, mostra que ela aprendeu a lição: vestiu as damas e pagens em modelos possíveis e leves de modo que as crianças ficassem mais confortáveis .

8. Churrasco pode ser uma opção de cardápio para casamento?

Claro que pode. Por que não? Se faz parte da cultura local. Nesse caso, eu sugiro que o casamento seja no campo ou ao ar livre. Além das carnes variadas, podem ser servidas saladas, folhas verdes e pães. Para acompanhar, caipirinha, cerveja e sucos e um espumante leve.

9. Quantos tipos de bebidas devem ser servidos na festa?

Em primeiro lugar, festa de casamento não é cardápio de restaurante. Então, não precisa haver uma lista de opções. A gente sabe que a quantidade de bebida consumida em festas é enorme e deve ser escolhida de acordo com o perfil dos convidados. Antigamente, por exemplo, era um espumante para quatro pessoas, ou até para seis. Hoje, é um espumante para cada pessoa . E, já que esse exagero parece irreversível, apenas oriente o serviço para administrar bem isso e intercalar passando muito suco, água e, em intervalos regulares diminuir a oferta de álcool. Para não ter uma imagem do seu dia como essa do mico abaixo registrada para sempre…

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10. E quanto a servir energético?

Sobre o energético, vem o lado libanês da Claudia falando! (risos) O energético misturado com bebida dá aquele pique que os convidados vão até as 8h da manhã. Então, as pessoas vão comer muito mais, porque você vai ter que servir uma ceia e um café da manhã. E, nesse caso, você precisa calcular toda essa comida extra para o número total de convidados, além de muito mais bebida. Não sei até que ponto é vantagem. Será que eu quero todo mundo doidaço ou será que eu quero todo mundo feliz e encerro um pouco mais cedo? Sem os energéticos, encerra-se às 4h em vez de às 8h da manhã.

Entrevista concedida a Revista Donna de Porto Alegre em julho de 2017

 




Cabelos das Noivas: Flores de seda ou naturais?

 

Não gosto desse tipo de autoritarismo e quero aqui ajudar a desmistificar essa história de “sempre “ e “jamais”…

Nunca diga nunca – a senhora personal especialista que que me desculpe, mas, no que se refere as flores naturais não existe nem sempre, nem nunca. Depende de clima e horário. Depende de local e ocasião.

Por exemplo, em um casamento mais informal, na praia, onde o visual é mais despojado e propositadamente “desmontado”, as flores naturais funcionam: além de combinarem mais com o cenário, se ficarem com aspecto  levemente “cansado” depois de algum tempo, não destoa, faz parte…

De onde vem a lenda? –  há muito tempo atrás, as flores que eram chamadas de “artificiais” eram em tecido sintético duro e até mesmo de plástico. Nada mais natural que fossem vilipendiadas pelos formadores de opinião (inclusive esta que vos escreve).

Ora, além de antiecológicas, eram feias mesmo. E usadas em casa, em arranjos em vasos grandes tornavam-se monstrengos horrorosos acumuladores de pó…

Com o tempo surgiram as flores em seda, renda e tecidos inteligentes e fluidos – sem falar nos cortes a laser com pétalas e montagens perfeitas e cheias de matizes coloridos inspiradores.

E é claro que imediatamente estilistas e decoradores aderiram as mais variadas alternativas.

Noiva pode (quase) tudo– ok, é perigoso dizer isso para noivas e famílias em plena viagem pré nupcial de sonho realizado. Mas no quesito flores, acredito que podem sim.

Não tem nada a ver com a idade, (também alegada como restrição pela especialista) afinal flores são flores (naturais ou fakes) e em qualquer idade ficam bem, desde que usadas na dose certa e no horário certo.

Ainda em defesa das flores de tecido: há muito tempo os noivos deixaram de usar na lapela cravos naturais e aderiram a cravos (e outras flores) em  organza de seda. Porque eles podem e elas não?

Se é para rotular acho flor natural para noivas perigoso por se desmantelar facilmente ,ainda mais em uma festa longa. Sem falar que ficam fora de contexto e parecem inadequadas “a noite”…




Bolo de Noiva: ele nasceu salgado! Veja aqui como evoluiu até hoje

Dizem as crônicas da História que  tradição matrimonial começou no tempo de Roma Antiga.

Bolo De Casamento Romano

Os romanos quebravam um bolo simples e saboroso feito de trigo ou cevada sobre a cabeça da noiva depois da cerimônia para dar boa sorte. Os recém-casados, em seguida, comiam algumas migalhas juntos, enquanto os convidados se reuniam em volta e recolhiam o resto do chão. A tradição de compartilhar um bolo de casamento com seus convidados vem desse costume romano.

Torta medieval da noiva

A “torta de noiva” era uma torta saborosa que podia ser recheada com qualquer coisa, desde ostras ou outro marisco, até carnes picadas ou carneiro, dependendo da riqueza da família. Um anel era escondido dentro da torta, e a mulher que o encontrava, seria a próxima a se casar – um precursor do lance de buquê de hoje. A massa era bem decorada, fazendo da torta uma peça central de toda festa de casamento.

Bolo temperado medieval 

Na Idade Média, pequenos pãezinhos temperados eram equilibrados um em cima do outro, criando uma pilha que se elevava o mais alto possível. O casal se beijava no topo dessa pilha: um beijo de sucesso – sem derrubar a torre – teria um casamento longo e próspero.

Bolo de noiva do século XVII

No século XVII, a “torta de noiva” tornou-se um “bolo de noiva”. Eram doces, bolos de frutas, o tipo de bolo de casamento que continua sendo a opção tradicional até hoje. Depois de comer uma  fatia, a noiva jogava o restante sobre a cabeça (remontando à tradição romana). No final dos anos 1700, o “bolo de noiva” foi coberto por uma cobertura branca semelhante a merengue para simbolizar a pureza.

Bolo da igreja da noiva do século XVIII

A forma de bolo de casamento em camadas, que agora consideramos ser um bolo de casamento clássico, foi criada por um aprendiz de padeiro em Londres, que se apaixonou pela filha de seu chefe e quis impressioná-la. Ele  se inspirou no  pináculo da igreja de  St. Bride’s Church. Embora essa estrutura tenha aberto o caminho para bolos de casamento, nesta data, o padeiro ainda não havia criado uma maneira de tornar comestíveis todos os níveis desse bolo inovador.

Cobertura Real do Século XIX

A cobertura branca já era usada desde o século XVII, mas foi só no casamento da Rainha Victoria com o Príncipe Albert, em 1840, que a cereja real foi criada. Era necessária uma cobertura branca dura e robusta que suportasse o  bolo, estruturalmente decorado e com quase dois metros de largura. Foi a partir daí que surgiu a “expressão” cereja do bolo.

Croque-en-bouche do século XX

Enquanto os ingleses criavam bolos brancos em camadas, os franceses celebravam seus casamentos com imponentes estruturas.  O primeiro foi criado pelo padeiro “chef” Marie-Antoine Carême, inspirado pelos bolos de especiarias,  da Grã-Bretanha. Pequenos bolos de choux circulares foram empilhados em uma base de nougat (torrone mais delicado) e lindamente decorados com açúcar refinado. No final do século XIX, ficaram mais elaborados, como uma torre gótica, mas, no século XX, retornaram a estrutura cônica clássica, popular nos casamentos atuais.

Bolo de casamento em camadas do século XX

O bolo totalmente comestível apareceu no casamento do Príncipe Leopoldo com a Princesa Helene Freiderike, em 1882. Camadas endurecidas de glacê real cobriam cada bolo de frutas, permitindo que as camadas se empilhassem em cima umas das outras. Em 1900, pilares de apoio entre os níveis de bolo de casamento foram vistos pela primeira vez, por conta da demanda por um bolo que desse para comer todinho, e também por ser cada vez mais largo e alto. Esses pilares eram simples, bastões de madeira cobertos de glacê. Quanto mais alto o bolo de casamento, melhor – era símbolo de status.

Cake Toppers da década de 1940

Apareceram na década de 1940: pequenas figuras no topo das tradicionais tortas de frutas em camadas. Hoje é moda em decorações de bolos comestíveis e não comestíveis numa quantidade surpreendente.

Decorações do bolo pós-guerra dos anos 1950

Na década de 1950, com açúcar e outros ingredientes mais uma vez disponíveis, o estilo dos bolos de casamento expandiu-se e cresceu. Uma cobertura real que poderia ser moldada foi inventada, permitindo decorações de bolo espetaculares.  Os casais começaram a pedir diferentes bolos – chocolate, baunilha, limão ou mesmo cenoura.

Bolos De Casamento Contemporâneos

Hoje,  a maioria dos casais ainda opta por um bolo que é escalonado de alguma forma – seja uma esponja de cinco camadas, camadas de cupcakes ou uma pilha de merengues… mas se você ama macarons pode ter uma torre da cor de arco-íris destes doces franceses, ou escolher um bolo gelado em diferentes tons de buttercream.

Independente da sua escolha, bolos de casamento são uma importante peça central, e carregam muito de simbolismo e história com eles.

 




Merengue Gourmet : não dá pra resistir

Foto em close de vários pequenos sanduíches de suspiros-merengues recheados de doce de leite estão colocados em volta de um prato que também tem outro merengues em formato de coração com a superfície dourada. O visual é festivo e apetitoso.

Parece simples: bater as claras com açúcar e levar ao forno. Mas um bom merengue precisa ser no ponto: crocante, sem muito creme, não muito doce e ainda ter sabor e delicadeza na textura.

Talvez por essa razão poucas pessoas se atrevam a produzir apenas eles. Mas Izabella da It’s all about merengue, do Rio de janeiro, faz um sucesso enorme com eles. Nas fotos apenas um aperitivo da sua produção em mesas assinadas por Fabiane Calvo da Pink Decor.

Produzidos de forma artesanal (por isso o sabor e incrível) são totalmente personalizados. E, de tão delicados e saborosos, muita gente de fora do Rio está pedindo para ela enviar as delicias coloridas pelo correio!

Um dos top mais pedidos é esse suspiro casadinho como o da foto  acima (o recheio e a cor ficam também a escolha do cliente).

E olhem o efeito lindo que tem o ninho (acima) que leva  no meio um brigadeiro ou uma geleia com frutas. Para incrementar o decor, os divertidos pirulitos que parecem uma flor além de cookies de merengue com castanha que acabam com qualquer dieta!

Na produção de Izabella tem também a clássica gota (que pode ser de uma, duas, três cores) simples ou recheada de nutella, mousse de limão, doce de leite etc.

contato Instagram : @its_all_about_merengues

Fabiane Calvo : @pinkdecor