Startups – afinal o que são elas?

Sim, elas são mais usadas  para estruturar  esse tipo de empresas, por serem mais baratas e com fácil propagação do que  estruturar uma empresa de agronegócio, por exemplo.

Outras acham que qualquer empresa pequena no seu início pode ser considerada um startup  – ou as que tem custos de manutenção baixos e crescimento rápido…

Mas afinal: o que define uma startup? Já que elas são um modelo de negócios inovador, repetível, escalável e com cenários de incertezas?

Modelo de negócio – vamos deixar claro. Modelo de negócio é diferente de plano de negócio. O foco aqui não é, necessariamente, no produto e sim, no seu valor e consequentemente, na sua rentabilidade.

Repetível e escalável –  o que isso significa? Que a empresa tem que ser capaz de entregar o mesmo produto em escala potencialmente ilimitada e crescer rápido sem que isso influencie no modelo de negócios.

Cenários de incertezas – como não conseguimos saber se a ideia ou projeto vai dar certo, o caminho que empreendedor irá tomar é incerto. Uma maneira que esse tipo de empresa usa para lidar com esse cenário é usar o produto mínimo viável (MVP), pois ajuda a entender o que o cliente realmente quer se gastando o mínimo necessário.

Agora que entendemos o que é uma startup, semana que vem vamos falar dos diferentes  tipos que existem e que sim,  fazem muita diferença conforme o produto ou área de atuação…

 




Como fazer ou conhecer as Joias sustentáveis

Em tempos de conscientização ambiental, é necessário repensar estratégias e lógicas de mercado que já estão em prática.

Para ser considerada uma verdadeira joia, a peça deve ser feita de acordo com as características da joalheria e com pedras e metais preciosos. Só que, a busca por esses materiais nem sempre é politicamente correta e por isso esse conceito já mudou! Então, um novo segmento vem ganhando força na joalheria: as joias sustentáveis.

Na última edição do Festival de Cannes, esse foi um assunto muito  comentado, pois entre milhares de atrizes e modelos, que literalmente brilham com joias e belos vestidos, Penélope Cruz se destacou exibindo joias lindas assinadas por ela em parceria com a Swarovski.

Ouro ético –  esse é o metal vindo da mineração responsável, que não traz males aos trabalhadores envolvidos na mineração, nem à comunidade que mora por perto, nem ao meio ambiente. Chopard, conceituada joalheria Suíça, trabalha com isso desde 2013.

Metais reciclados – essa é uma possibilidade, pois assim como outros metais, os nobres também podem ser reciclados e re-significados em novas joias maravilhosas.

Produzidas em laboratório – isso se dá a partir da criação de uma nova gema através dos mesmos materiais químicos de uma pedra preciosa. Leva muito menos tempo de fabricação do que na natureza.

Outro conceito legal é a desconstrução do pensamento de joia. Por que não usar peças feitas de couro ecológico, pelúcia, seda e resina…? Embora suas composições não sejam feitas a partir de metais nobres ou pedras preciosas, podem ser consideradas joias por serem peças repletas de conceitos. O que acham?




Novos espaços para trabalhar

O segmento corporativo vem mudando. As novas formas de trabalhar chegaram e hoje, a adaptação do ambiente a novos modelos que levem em consideração o bem-estar dos funcionários virou uma questão – real – de sobrevivência para as empresas.

As empresas agora procuram ter locais onde os funcionários se sintam em casa: com espaços de descompressão,  onde a pessoa realmente possa ter um momento para relaxar, para dar uma pausa no dia.

Outras coisas também mudaram, quer ver?

Iluminação natural – antigamente somente as salas dos diretores eram perto das janelas – hoje qualquer funcionário pode ser sua mesa nesse local. Deixar a iluminação natural entrar é muito importante para a produtividade das pessoas.

Espaços de socialização – o funcionário leva o seu laptop e pode trabalhar em uma poltrona, em uma sala para fazer uma ligação, em áreas informais – há muitas alternativas que não necessariamente incluam uma mesa. Outra coisa que mudou foi a recepção, trazendo novos usos para um ambiente que antes era apenas uma formalidade.

Biofilia – as plantas podem modificar o ambiente de trabalho e foi comprovado que muda o humor das pessoas, dos colaboradores e faz com que eles se sintam em casa – e inclusive durmam melhor.

Refeitório interno – um local agradável, bonito e com tudo que o funcionário precisa para relaxar enquanto almoça.

Adeus salas fechadas – “open space” traz muitos benefícios, desde você se policiar e ter disciplina até você respeitar o colega, falando baixo, tendo bons hábitos em organizar a sua mesa, interagir com diferentes áreas (acho que é o mais importante), saber o que o seu colega faz…

Adoro essa nova tendência. É uma mudança natural, os funcionários já não são mais os mesmos, então se a forma de trabalhar mudou, por que não a empresa mudar também e se adequar á ele? O que vocês acham?




Um presente em Natal – Conhecimento e Beleza

Numa tarde/noite em Natal, na sede da FIERN, estiveram reunidos os profissionais da área do mercado de eventos sociais , numa ação promovida pela Confraria dos Cerimonialistas do RN, através do nobre colega João Batista, atual Chefe do Cerimonial do Governo Estadual, que congrega essa entidade no intuito de trazer conhecimento, experiências e as novidades desse mercado.

Não é fácil numa atividade onde o glamur e as tendências gritam forte para os absurdos – Claudia Matarazzo e o cerimonialista Mario Ameni trouxeram com muita leveza essas informações para agregar aos profissionais que já atuam no mercado como novos pretendentes.

A etiqueta social está sempre ativa nas negociações empresariais e nos relacionamentos – uma postura correta, assertiva pode gerar bons resultados e levar ao sucesso.




Livros que li – e lições que ficam para a vida

Cada livro que leio, apreendo algo. Isso é fato! Seja por uma maneira lúdica (palavra da moda hoje) ou nas entrelinhas. Mas ao final de cada leitura sinto que, em algum momento da vida poderei colocar em prática pequenas lições e conceitos encontrados ali. E todo livro nos traz alguma coisa – apenas cabe a nós aprender a procurar.

Vou mostrar para vocês algumas lições que aprendi e onde…

Experimentar o auto-descobrimento (Comer, Rezar e Amar, Elizabeth Gilbert) – amar e buscar a felicidade dentro de nós. E ver o mundo de uma forma diferente do habitual, buscando assim o equilíbrio, a paz interior e o prazer.

O poder das palavras (A Menina que Roubava Livros, Markus Zusak) – fazer aquilo que acreditamos ser o certo, o efeito dominó, aproveitar as oportunidades antes que seja tarde demais e o poder que as palavras têm.

Estar à frente do tempo (O Diário de Anne Frank, Otto H Frank e Mirjam Pressler) – apesar de tudo que Anne Frank passou, ela transmite esperança, fé e coragem.

Confiança, lealdade e coragem (Harry Potter, J.K. Rowling) – encontrar amigos leais; aprender que as escolhas são mais importantes que as habilidades; todos os medos podem ser superados; valorizar nossos pontos fortes; ser nosso próprio mentor; manter um bom network. Mas a grande lição é não desistir. Esses livros não podiam faltar, né?

Apreciar as pequenas coisas (Senhor dos Anéis, J.R.R. Tolkien) – amigos são muito importantes; que dinheiro não é o mais importante na vida; que não devemos julgar o livro pela capa; que as pequenas coisas podem ser apreciadas e que podemos dizer sim para as aventuras.

Ser e/ou  ter (O Pequeno Príncipe, Antoine de Saint-Exupéry) – nos faz refletir sobre ser ou ter. Sobre as relações baseadas no carinho e a importância da amizade. E que vale mais o autoconhecimento do que a vida alheia.

E aí gostaram? Esses são apenas alguns e bem clássicos… E vocês, quais livros te marcaram?