Suicídio entre jovens – Podemos evitar?

Estava lendo “Os 13 Porquês”, do Jay Asher, na época em que um desses casos aconteceu.  Nele, o autor faz você pensar em sinais quase imperceptíveis de que alguém precisa de ajuda. E contribui para que o tema seja repensado como algo comum, não somente exclusivo para pessoas solitárias. Qualquer um pode querer se matar  – e isso torna o livro difícil de ser lido.

Não é um livro sobre bullying, mas sobre como a forma que tratamos as pessoas, mesmo sem perceber, as afetam. Ou sobre como encaramos as coisas que fazem conosco, como lidamos com nossos medos, nossos traumas,  dúvidas e desesperos.

Tenho 32 anos com uma cabeça mais madura do que tinha aos 18, 20 anos (ainda bem). Sou uma pessoa adulta, que cresceu e consegue enxergar situações com lógica e racionalmente.

Já os jovens não: eles só vivem e sentem. Sentem os boatos, as dificuldades de adaptações, muitas vezes não se sentem queridos, notados ou compreendidos.

Nós não somos iguais. Cada um reage a uma determinada situação do seu jeito – o que é pesado para ele pode ser  simples e superficial para você. Mas dê a importância que ele acha que merece, não menospreze!

Por exemplo, um dos meus amigos… Ele era inteligente (um dos melhores da classe), engraçado, gentil, bonito e eu o adorava. Vivia fazendo piada e não tinha como ficar triste perto dele. Foram quase quatro anos ao seu lado e um dia, nosso amigo se foi. Não vem ao caso colocar como foi… A mãe dele ligou para um de nossos amigos e disse que ele tinha deixado um carta falando que não aguentava mais as pressões do dia a dia, que estava com depressão, se sentia só e que queria pôr fim naquela dor. E ponto!  Ele tinha 24 anos…

Fiquei me perguntando por um tempo, como alguém que era a alegria em pessoa podia estar com depressão? Alguém que vivia rodeado de amigos podia se sentir sozinho? Que dor era aquela que ele sentia?

Com o tempo, fui esquecendo… até acontecer de novo. Outra pessoa próxima… só que dessa vez, estava um pouco mais atenta. Consegui ver que no final das risadas, havia aquela tristeza bem escondida. Ele já não participava das conversas – ele estava lá, mas seu pensamento realmente não estava. E seu olhar foi o que mais mudou. Não tinha mais “aquele” brilho. O olho dele era de um azul que só de olhar, você ficava hipnotizada.

Não fui a única a perceber, mas já era tarde demais, a gente falava com ele e ele meio que ignorava, tentamos por algum tempo. E nada. Até que o pior aconteceu…

As vezes eles até tentam conversar, dão indiretas – quase diretas – e seus pais nem reconhecem… “ah… a adolescência é assim mesmo, crise existencial todo santo dia…” NÃO!!! Escutem seus filhos, fiquem atentos ao seu comportamento, participem de sua vida.

Por isso repito… fiquem atentos aos seus amigos, filhos… são os pequenos detalhes que fazem a diferença. Uma conversa, um carinho, um cuidado… Isso pode salvar uma vida!!!




7 Dicas TOP para ficar calmo na entrevista de emprego

Os entrevistadores não são monstros, alguns até podem ser, mas é raro. Na verdade, eles esperam apenas que você seja único. Eles precisam preencher a vaga com a melhor pessoa. Para evitar que erros sejam cometidos e que uma chance de contratação seja desperdiçada, você precisa conseguir controlar as emoções, antes e durante da entrevista e ter um ótimo desempenho.

Prepare-se – por mais que pareça um “mico”, treine conversando com outras pessoas ou consigo mesmo. Fale sobre você, suas experiências, habilidades e competências. Deixe isso bem fresco na memória para que, quando o recrutador perguntar, você não se esqueça de nenhuma qualidade sua.

Waiting for interview

Pense nas suas perguntas – é de lei o recrutador perguntar se você tem alguma dúvida. Esteja preparado para este momento, elabore antes alguma dúvida pertinente ao cargo ou a empresa, demonstrando assim, que você realmente tem interesse.

Pesquise sobre a empresa – imprescindível né? É muito importante que você conheça e a empresa: sua história e os ramos em que atua. Se for oportuno, comente sobre algo que tenha lido. Isso vai demonstrar seu interesse em fazer parte da empresa e te dar mais segurança.

Organize-se para o dia da entrevista – além de pesquisar quanto tempo você levará para chegar até o local (isso é básico), deixe um tempo extra para os imprevistos: chuva, engarrafamento, não achar o caminho, etc… Assim, você evita de chegar estressado, suado, descabelado e pior de tudo: atrasado.

Antecedência – chegue cerca de trinta minutos antes. Aproveite esse tempo, pré-hora H para rever mentalmente tudo o que você já preparou e treinou para dizer. Outra boa forma de aproveitar essa meia hora é focar-se para diminuir a adrenalina e controlar a respiração.

Relaxe – não é fácil, mas sei também que vai conseguir. Encontre algo que possa levar ou fazer que te deixe calmo. Eu por exemplo, sempre levava um livro. Leitura para mim é o que há de melhor para relaxar. Ou quem sabe um joguinho no celular também ajudará… Se pensar bem, achará algo.

Cumprimente o entrevistador com um aperto de mão firme e se apresente pelo nome – Muitos não acham isso importante, mas é! Um aperto de mão, um olhar firme e uma linguagem corporal confiante (mesmo que por dentro esteja tremendo) são um grande passo para te deixar mais calmo e convencer os entrevistadores de que você sabe o que quer e onde está pisando.

Ouça, pense, fale – É importante ouvir o que o recrutador tem a dizer e depois pensar antes de responder. Se dê alguns segundos para entender a pergunta e, em seguida, prepare uma resposta de qualidade.

Olhe sempre para a entrevista como uma experiência de aprendizagem. Analise o que deu certo e o que poderia ser melhorado. Esta experiência será valiosa à medida que continua a procurar emprego, te deixando cada vez mais calmo a cada nova experiência.




Como fazer para conciliar Redes Sociais com Emprego

Recrutadores perceberam que o monitoramento das mídias sociais é uma das mais valiosas ferramentas de pesquisa para conhecer o perfil do profissional que querem contratar, ou mesmo dos atuais funcionários de sua empresa –  e o resultado do que encontram  ao navegar, pode mudar a opinião acerca de muitos deles, mesmo que possuam um ótimo currículo.

Abaixo um guia básico para te ajudar a não se dar mal por conta de seu Facebook e outras redes. Mas vou usar essa rede social específica pois engloba tudo – fotos, vídeo, opiniões, comentários…

  1. Coloque uma boa foto no perfil – é o seu cartão de visita. Selecione uma foto que transmita uma boa mensagem e que seja bem vista, trazendo boas impressões. É aquele ditado que minha mãe sempre usa, “a primeira impressão é a que fica!”
  2. Não seja radical – seja cuidadoso ao comentar e dar sua opinião sobre determinado tema. Nem pense em ser racista ou preconceituoso achando que isso é “se colocar”.
  3. Publique coisas interessantes e construtivas – isso ajuda o recrutador a entender seus interesses.
  4. Sem poluição visual – não compartilhe tudo o que aparece no feed. Lembre-se da dica acima.
  5. Seu dia-a-dia e vida pessoal – rede social não é como nosso diário (sim, eu ainda uso, vocês também?). Claro que não precisa deixar de postar uma ou outra coisa que goste e curta, mas há limites.
  6. Cuidado com a ortografia – imprescindível.
  7. Informações acadêmicas – aproveite o espaço para colocar dados sobre onde estudou , que projetos tem, e atividades que realiza que podem tornar seu perfil mais atraente.

 

Antes de postar qualquer coisa, pense duas vezes e pergunte a si mesmo o motivo e o benefício que aquela informação pode trazer. Os recrutadores pesquisam as redes sociais para ver se a forma como  você se descreveu na entrevista bate com a maneira que você se “comporta” na real – ainda que virtualmente…

Espero ter ajudado. Comentem ai…

 

 

 




Soneca depois do almoço

De acordo com o Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos Estados Unidos, aproximadamente um terço dos adultos no país não dorme as oito horas de sono recomendadas por noite, causando um mega prejuízo para as empresas.

Os próprios médicos confirmam que aquela nossa vontade irresistível de tirar uma soneca depois do almoço faz super bem só  30 minutos de soninho, ajudam a enfrentar o resto do dia. E  proporciona um melhor desempenho, tanto intelectual como profissional. Acreditem melhora  até a saúde do funcionário!

Em países mais desenvolvidos, e algumas empresas essa prática já acontece há algum tempo:  a empresa Google, já reserva um espaço da “soneca” para seus funcionários. Na China, por exemplo, os trabalhadores reservam uma hora após o almoço para tirar um cochilo antes de voltarem a trabalhar (será esse o segredo de eles produzirem tanto?).

Na Silence Business Solutions, empresa francesa, há nada menos que doze ambientes de luz e som programados para guiar o funcionário durante uma soneca de 15 minutos ! E inclui também em sua estrutura uma cama pequena e confortável (olha que sonho!!!).

No Brasil,  moda ainda não” pegou”. O cochilo após o almoço, nas dependências da empresa é visto como não produtivo nas cidades grandes, como São Paulo e Rio de Janeiro. Mas  em cidades do Norte do país – como Belém, no Pará onde o calor impera – acontece, e com consentimento do patrão.

No centro de São Paulo você até encontra lugares que cobram de R$ 12 e R$ 25, para que seus cliente durmam de 15 minutos à 1 hora. Mas pensa… olha o trabalho que dá sair da onde você está só para dormir??? Aff, cansei só de imaginar.

Acho que nem as empresas mais ‘moderninhas’ aceitam que seus funcionários durmam no serviço. E isso é muito ruim, funcionários descansados, trabalham mais felizes, de bom humor e produzem mais. E falo por experiência própria. Há uns quatro anos atrás, na empresa em que trabalhava, tinha duas horas de almoço, usava pelo menos uma delas para dormir. Eu entrava muito cedo e saia muito tarde – era hora extra demais – e conseguia levar numa boa. Meus chefes nunca falaram nada –  até me deram um travesseiro!

E vocês, gostariam de poder tirar uma sonequinha depois do almoço? Me contam…

PS – Por falar em sono, no post de sexta feira, vamos dar dicas para quem vai na balada e tem que trabalhar no dia seguinte – praticamente um guia pra mim…




Como polir prata em poucos minutos – o caminho verde

Antigamente, quando se tinha crianças e objetos de prata em casa para se limpar, todos sabiam que a tarefa era delas… e elas odiavam muito disso! Significava sentar à mesa da cozinha com um rolo de papel toalha e uma garrafa de limpador de prata, polindo meticulosamente  cada garfo e colher, tentando trabalhar o esmalte em cada fenda sem primeiro desmaiar da fumaça.

Porém agora ficou bem mais fácil limpar a prata real sem o polimento tóxico, sem os fumos e sem as pilhas de papel usado (ufaaaa!)

Separe antes –  você precisará de um recipiente de plástico grande o suficiente para caber os itens que você está limpando, algumas folhas de alumínio, água fervente e algumas colheres de sopa de bicarbonato de sódio.

Leve a água a ferver (o suficiente para submergir completamente a prata) e forre o recipiente com um pedaço de papel alumínio, com o lado brilhante para cima. Encha o recipiente com água fervente e adicione bicarbonato de sódio, aproximadamente 2 colheres de sopa por litro de água fervente. Em seguida, adicione a prata, certificando-se de que toca a folha de alumínio.

Delicadezae paciência – após alguns minutos, remova a prata (com cuidado – estará quente) e remova qualquer mancha persistente, secando com um pano macio. Se sua peça estiver manchada, talvez seja necessário repetir o processo algumas vezes.

Ok, ainda dá trabalho e hoje, usamos menos prata – mas vale a pena pois o resultado é muuuuito mais bonito que antigamente.

Aposto que quem foi criança naquela época adoraria saber já desse truque… Quantas tardes de brincadeira perderam por conta disso???